SalesforceBusiness Strategy · Dataprev · Loja, frente de backoffice

Bilhetagem de APIs em até 3 meses. Fundação primeiro, evoluções depois.

Como ligar o consumo das APIs DaaS aos contratos e às autorizações de uso em no máximo 3 meses. A proposta parte da demanda do DERC, trazida por Rafael Portinho, usa MuleSoft no data center da Dataprev e acelera a construção com o Quantum Leap, o modelo de entrega com IA de Professional Services. Aqui estão o que é alicerce, o que vira evolução, a arquitetura, o time, a estimativa e o cronograma.

Estimativa preliminar · confiança média a baixa Data-base 16/10/2026 MuleSoft on-premises Quantum Leap · AI-native Frente 2 · paralela à Loja Uso interno Salesforce
01 · Resposta executiva

Fundação em produção em 8 semanas. Projeto concluído em 12.

O plano anterior levava cerca de 8 meses porque tratava a bilhetagem como um sistema completo: piloto separado, provisionamento automatizado, três ondas de APIs e dois ciclos de faturamento ao vivo. Para caber em 3 meses, o projeto entrega primeiro a fundação, que responde à pergunta do DERC: qual contrato e qual autorização amparam cada chamada. O que automatiza processos que já funcionam à mão vira evolução. A construção com Quantum Leap reduz as horas em cerca de 32%, mas o prazo só se sustenta se o ambiente on-prem, os acessos e os consentimentos estiverem resolvidos antes do kickoff.

Projeto

3 meses
12 semanas após o kickoff · MVP na S8 e Evolução 1 na S12

Esforço de PS

1.640 h
provável com Quantum Leap · faixa 1.220–2.560 h

MVP em produção

S8
1.280 h prováveis · faixa 960–2.000 h

Ganho com Quantum Leap

≈32%
nas horas, contra 2.410 h no modelo tradicional · MVP em 8 semanas, não 12

APIs no API DaaS

≈20
lista aberta; 23 citadas em 07/10

Contratos multicliente

≈2.200
declarado em 07/10; a parcela API DaaS não foi informada

Receita sem apuração

≈R$ 100 mi
por ano, declarado no workshop · não auditado

vCores MuleSoft

14 + 8
produção + pré já contratados, compartilhados com UNA e PAT
O que o MVP precisa provar: cada chamada cobrável ligada ao contrato e à autorização corretos, os totais conferidos com a origem em dois meses já faturados e o consumo sem vínculo listado todos os dias. É essa evidência que permite à DEGN adotar a medição nova.
Recomendação: pré-flight de três semanas na pré-venda (prova de valor, consentimentos, acessos e amostra do WSO2), kickoff com o modelo Quantum Leap aprovado, MVP em produção na S8 e Evolução 1 até a S12. O prazo é fixo e o escopo é variável: se o MVP atrasar, a Evolução 1 encolhe e a data de 3 meses se mantém. Provisionamento, nova Loja, SEI e tempo real ficam para depois, por módulo.
02 · Análise crítica

A prioridade está clara. As regras e as responsabilidades ainda precisam ser definidas.

Leitura cruzada do documento de fluxo de 13/10, da reunião de 15/10, do workshop de 07 e 08/10, do licenciamento MuleSoft vigente, do sizing da Loja e do playbook Quantum Leap. Fatos sustentados ficam separados de hipóteses e de declarações não verificadas.

Sólido

O que sustenta a demanda

  • APIs primeiro e Loja em paralelo: prioridade reiterada no workshop e em 15/10.
  • Painel Oracle em produção e WSO2 como gateway: há onde publicar e de onde capturar.
  • Caso real e verificável: o INSS autoriza AGU e CNJ a consumir por ele, e o rastreio hoje é manual.
  • Licenças MuleSoft on-prem já contratadas: vCores, API Manager e Flex Gateway.
Frágil

O que pode comprometer a entrega

  • Qualidade da origem: o WSO2 “não entrega o dado corretamente”, e o modelo de cobrança mudou quatro vezes.
  • Operação e governança do MuleSoft on-prem sem dono definido.
  • Regras do modelo de negócio não formalizadas para apuração automática.
  • Prazo de 3 meses com ambiente on-prem, acessos e consentimentos ainda por preparar.
Em aberto

O que ainda precisa de resposta

  • Volume de chamadas por mês, pico e número de credenciais.
  • A quem se fatura o consumo delegado.
  • Plano de controle (híbrido ou PCE) e vCores disponíveis.
  • Fonte dos contratos enquanto a nova Loja não existir.
  • Consentimento para uso de IA e elegibilidade ao Quantum Leap.

Oito pontos críticos

Cada ponto traz a evidência e a consequência prática para o desenho, o escopo ou a comunicação com a Dataprev.

Causa

O problema é atribuição, não contagem.

O WSO2 já conta chamadas e o painel Oracle está em produção. Falta o elo entre credencial, órgão, autorização e contrato: hoje o DERC descobre que a AGU está consumindo, procura o ofício do INSS e faz o vínculo à mão (15/10). O modelo de cobrança já foi alterado quatro vezes sem resolver (07/10).

O que fazerComeçar pelo registro de contratos, autorizações e credenciais e pela regra de apuração. Sem corrigir os vínculos do cadastro, a troca de ferramenta mantém o problema.

Origem

Primeiro, conferir se os dados de origem são confiáveis.

Em 07/10, o WSO2 foi descrito como uma ferramenta que contabiliza transações sem entregar o dado corretamente. Não se sabe qual interface de captura está disponível (analytics, logs de acesso ou a base do painel) nem a versão do WSO2.

O que fazerNo pré-flight, teste de completude com uma amostra. No MVP, dois meses fechados reprocessados e comparados com log de acesso, analytics e painel.

On-prem

MuleSoft on-premises é premissa, não detalhe de instalação.

O plano de controle deste caso não está definido. A capacidade contratada (14 vCores de produção e 8 de pré-produção) é compartilhada com UNA e PAT. Em 04/10 não havia posição sobre quem absorve a governança do MuleSoft; em 08/10, acesso a servidores, treinamento e suporte ficaram pendentes.

O que fazerPré-flight (G0) antes do kickoff, com RACI de operação assinado e vCores reservados. Em 3 meses não há folga para preparar o ambiente durante o projeto.

Gateway

Trocar o WSO2 é o caminho mais caro para provar valor.

São cerca de 20 APIs em produção, com credenciais e consumidores ativos. Colocar o Flex Gateway no caminho exige migrar clientes e consome o pacote de 100 milhões de chamadas, sem volume conhecido. Em 15/10, a própria Dataprev pediu integração com o WSO2.

O que fazerCoexistência no MVP e nas evoluções. Flex Gateway só para APIs novas, como a do CadÚnico, na E4. A prova é a reconciliação lado a lado.

Regra

Consumo delegado é decisão comercial antes de ser requisito técnico.

Hoje o INSS é faturado pelo próprio consumo, não pelo da AGU e do CNJ que ele autoriza (15/10). Com o CadÚnico, o MDS poderá autorizar bancas de concurso e concessionárias de energia para a tarifa social: o padrão vai crescer.

O que fazerO MVP não depende dessa decisão: separa o consumo delegado e mantém a cobrança atual até DERC, Jurídica e DEGN decidirem a quem se fatura e se há limite por autorização. O sistema atribui; não decide quem paga.

Fronteira

A frente é independente, mas o gatilho está na Loja.

O documento parte do contrato celebrado no novo marketplace, que ainda não existe. Hoje a loja roda em ServiceNow e a DEGN recebe uma planilha diária que serve de base ao faturamento.

O que fazerNo MVP, alimentar o registro pela fonte atual (Protheus, planilha ou ServiceNow), por meio de uma planilha controlada. Integrar a nova Loja na E3, sem bloquear a bilhetagem.

Alinhamento

Loja e DaaS precisam de uma fronteira comum de tarifação e faturamento.

A Loja e este backoffice são projetos separados, executados em paralelo. Billing é uma opção da Loja (B1–B3: 1.800–3.100 h), enquanto este plano mede no MuleSoft on-prem e entrega ao Protheus. A possível sobreposição está na tarifação, franquias, extratos e interfaces, não na necessidade de capturar e atribuir o uso.

O que fazerValidar com Mattei, Marcelo/Elvis, DEME/DERC e DEGN quem mede, tarifa, fatura e retorna pagamentos. Preservar o MVP independente da nova Loja; decidir a fronteira antes dos SOWs. Ver cenários e de/para de sizing e arquitetura no Lucidchart.

Prazo

Três meses cabem se o MVP for a fundação, não o sistema completo.

O plano anterior somava 34 semanas: piloto separado, três ondas, provisionamento e dois ciclos de faturamento ao vivo. A meta agora é de no máximo 3 meses. Em on-prem, o que trava o calendário não é a construção: são ambiente, acessos, decisões e ciclos de faturamento.

O que fazerFundação em produção na S8 e Evolução 1 até a S12, com prazo fixo e escopo variável. Provisionamento e integrações viram evoluções posteriores. Ambiente e consentimentos se resolvem no pré-flight, antes do kickoff.

Riscos de execução

Riscos de execução, probabilidade, impacto e mitigação
RiscoProbabilidadeImpactoMitigação
Infraestrutura e acessos on-prem tardiosAltaAltoPré-flight antes do kickoff; desenvolvimento local desde a S0; a Evolução 1 absorve até quatro semanas de atraso.
Decisões da Dataprev acima de 48 horasAltaAltoSLA de decisão no kickoff, demonstração diária com o PO e, se persistir, Plano B AI-Augmented.
Consentimento de IA ou elegibilidade ao Quantum Leap negadosMédiaAltoPedido pelo Program Lead no pré-flight; Plano B com MVP na S10.
Capacidade MuleSoft compartilhada com UNA e PATMédiaAltoReserva de vCores no pré-flight; teste de carga com volume real na S6.
Origem WSO2 incompleta ou incorretaMédiaAltoTeste de completude com amostra no pré-flight; logs de acesso como alternativa.
Histórico do WSO2 insuficiente para o paralelo retroativoMédiaMédioConfirmar a retenção no pré-flight; sem histórico, o paralelo passa a ser ao vivo e a adoção oficial vai para depois da S12.
Regras de apuração ambíguasAltaMédioRegra v1 decidida até o G1, versionada e aprovada por Produto e DEGN; o MVP mantém a cobrança atual do consumo delegado.
Escopo crescendo durante o buildAltaMédioIntent ledger com hash de escopo; pedido novo entra como evolução, com aprovação própria.
Protheus ainda em revitalizaçãoMédiaMédioMedição por arquivo no MVP e na E1; API na E4.
Disponibilidade de especialistas DataprevMédiaAltoAgenda fixa por gate com WSO2, Oracle e DEGN, definida no pré-flight.
Recesso de fim de anoAlta se o kickoff for em novembroMédioCongelar o calendário no recesso, contando 12 semanas úteis, ou fazer o kickoff em janeiro.
Sobreposição de escopo e sizing entre Loja e DaaSMédiaAltoUm responsável por medição, rating, invoice e interfaces; alinhar os dois SOWs. Simular antes de contratar.
03 · Caso de uso

Atribuir, medir e apurar o consumo de cada contrato.

O MVP cobre a Fase 5 do documento de fluxo (bilhetagem e medição). A automação técnica da Fase 4 (provisionamento) é a Evolução 2. As fases 1 a 3 pertencem à Loja. O registro identifica quem fez a chamada, qual contrato permite esse uso e se há uma autorização válida.

Resultado de negócio: toda chamada cobrável às APIs DaaS é atribuída a um contrato e, quando houver, à autorização da controladora. A medição mensal chega à DEGN com as regras de negócio aplicadas e os totais conferidos com a origem, sem depender de buscas manuais. Consumo sem vínculo aparece numa lista diária para Segurança e DERC.

Três tipos de consumo

O painel precisa deixar claro quem consome pelo próprio contrato, quem tem autorização e quem está sem vínculo válido.

Consumo direto

O contratante consome pelo próprio contrato.

Exemplo: o INSS chamando as APIs contratadas com a sua credencial.

Apura contra a cota e o modelo de negócio do contrato vigente.

Consumo delegado

Órgão sem contrato, amparado por autorização.

Exemplo: AGU e CNJ autorizados pelo INSS. No futuro, bancas e concessionárias autorizadas pelo MDS no CadÚnico.

Exige autorização vigente e registrada, vincula ao contrato de referência e segue a regra comercial que a Dataprev definir.

Consumo sem vínculo

Credencial ativa sem contrato nem autorização.

É a pergunta de segurança de 15/10: quem está consumindo sem ter celebrado com a Dataprev?

Alerta Segurança e DERC e fica fora da apuração até a regularização.

Atores

Cliente

Contratante

Órgão com contrato API DaaS. Pode ser também controlador do dado, como o INSS.

Terceiro

Controladora do dado

Autoriza o acesso de terceiros às APIs com seus dados. Cada uma tem rito próprio; o CG SIRC, por exemplo, exige termo e ofício.

Terceiro

Órgão autorizado

Consome sem contrato direto, amparado por autorização vigente. Hoje AGU e CNJ; no futuro, bancas e concessionárias.

Dataprev

DERC · Relacionamento

Valida documentos e autorizações. Hoje vincula manualmente consumo a contrato.

Dataprev

Time de Produto API DaaS

Apura o consumo conforme o modelo de negócio e a proposta comercial.

Dataprev

DEGN

Cadastra o contrato, recebe a medição e encaminha ao faturamento no Protheus.

Dataprev

Infraestrutura e operação

Operam LDAP, Pronto, WSO2, Oracle e o runtime MuleSoft on-premises.

Dataprev

Segurança

Recebe e trata alertas de consumo sem vínculo. Papel proposto, a confirmar.

Fluxo principal em nove etapas

As três primeiras etapas preparam o cadastro. As demais acompanham as chamadas e o fechamento do período. Os alertas seguem em paralelo. Para o cliente, a chamada à API continua como hoje.

Contrato registradoInstrumento, CNPJ, APIs, pacote e vigência.
Autorização registradaControladora, beneficiário, escopo e evidência.
Credencial vinculadaLDAP e WSO2 ligados a CNPJ e contrato.
Chamada à APIGateway atual, sem mudança para o cliente.
Registro de usoMetadados sem payload, lidos em lote do WSO2.
CorrelaçãoDireto, delegado ou sem vínculo.
ApuraçãoRegra vigente do modelo de negócio.
Extrato e painelPor contrato, órgão e API.
Medição à DEGNFechamento reconciliado e auditável.
AlertasConsumo sem vínculo no MVP; vencimento e cota na E1.
01
GatilhoContrato celebrado na loja atual ou na nova Loja e cadastrado pela DEGN.
O sistema fazCria ou atualiza o contrato no registro com a referência do Protheus, APIs habilitadas, pacote e vigência.
Tecnologia
MuleSoft System APIOracleProtheusPlanilha controlada no MVP
02
GatilhoControladora autoriza por ofício, SEI, e-mail ou, quando aceitar, pela plataforma.
O sistema fazO DERC registra beneficiário, APIs, finalidade, vigência e evidência, por planilha controlada no MVP. Estados: aprovada, com ressalvas, reprovada, revogada.
Tecnologia
Carga validadaOracleTela · E3SEI · E3
03
GatilhoProvisionamento do acesso, hoje feito por chamado.
O sistema fazNo MVP, a credencial criada por chamado entra no registro, ligada ao CNPJ, ao contrato e, se houver, à autorização. Na E2, o provisionamento passa a ser automático.
Tecnologia
MuleSoft Process API · E2LDAPProntoWSO2
04
GatilhoO órgão chama a API com a sua credencial.
O sistema fazO gateway autentica e roteia como hoje. A apuração ocorre fora do caminho da chamada; o impacto da leitura é medido no pré-flight.
Tecnologia
WSO2APIs DaaS
05
GatilhoJanela de leitura, diária no MVP.
O sistema fazLê do WSO2 a credencial, a API, a data, a hora e o status de cada chamada, sem payload nem dado do cidadão, de forma idempotente.
Tecnologia
Analytics ou logs do WSO2MuleSoft batchFila on-prem · E4
06
GatilhoRegistro de uso lido.
O sistema fazEnriquece com o contrato e a autorização vigentes na data da chamada e classifica o consumo em direto, delegado ou sem vínculo.
Tecnologia
MuleSoft Process APIOracle
07
GatilhoFechamento do período.
O sistema fazAplica a versão vigente do modelo de negócio e grava a versão da regra e a memória de cálculo.
Tecnologia
MuleSoft batchDataWeaveOracle
08
GatilhoApuração concluída.
O sistema fazPublica visões por contrato, órgão, API e tipo de consumo no painel e gera o extrato em PDF e CSV.
Tecnologia
Painel OracleMuleSoft Experience API
09
GatilhoAprovação do Time de Produto.
O sistema fazGera a medição para a DEGN no formato atual, uma única vez por período e com reconciliação. No MVP, o arquivo segue após aprovação; na E1, o envio é agendado; na E4, passa a ser por API, depois da revitalização do Protheus.
Tecnologia
MuleSoft System APIProtheusDEGN
Exceções que o desenho precisa tratar
  • Consumo sem vínculo: alerta à Segurança e ao DERC; fora da apuração até a regularização.
  • Autorização vencida ou revogada: o consumo posterior passa a ser sem vínculo; aviso antes do vencimento a partir da E1.
  • Credencial compartilhada entre órgãos: bloqueia a atribuição automática e segue para tratamento manual.
  • Chamada com erro: o modelo de negócio define quais status são cobráveis.
  • Registro duplicado ou atrasado: idempotência e reprocessamento do período, sem reescrever fechamento aprovado.
  • Mudança de pacote no meio do período (caso SEFAZ-SP): apuração pela vigência de cada pacote, com regra a confirmar.
  • Contestação da medição: memória de cálculo e trilha por registro de uso.
  • Runtime indisponível: o lote é reprocessado a partir da origem, e a API do cliente continua respondendo.

Fronteira com a Loja, fase a fase do documento

Mapeamento das 5 fases do documento de 13/10 entre as duas frentes. O que é compartilhado deve ser construído uma vez, como System API no MuleSoft, e consumido pelas duas.

Fase 1 · Relacionamento
Interesse e orientaçãoPágina do produtoDocumentação técnica integrada
Fase 2 · Proposta
Formulário inicialAnexos em templatesProposta assinada automaticamenteAutorização da controladora no registro
Fase 3 · Contrato
Minuta e conferênciaAssinatura por tabela de competênciaEvidência PNCPEnvio do contrato ao ERP
Fase 4 · Provisionamento
Conta LDAP via Pronto · E2Credenciais e perfis · E2Liberação no WSO2 · E2Marco de disponibilidade e data ao ERP · E2Comunicação ao clienteOfício à controladora via SEI · E3
Fase 5 · Bilhetagem
Vínculo do contrato ao painelConsumo por contrato e autorizaçãoRegistro e acompanhamentoApuração pelo modelo de negócioMedição à DEGN

KPIs e métricas de sucesso

As fontes não trazem metas homologadas. A reconciliação retroativa do MVP mede a linha de base, e os alvos são fixados com DERC e DEGN no G3.

Atribuição

Cobertura de atribuição

chamadas cobráveis com contrato ou autorização ÷ chamadas cobráveis

Alvo final de 100%, com as exceções tratadas e explicadas.

Fonte: uso classificado
Segurança

Consumo sem vínculo

credenciais ativas sem contrato nem autorização vigente

Cada caso com dono e prazo; nenhum sem explicação no fechamento.

Fonte: alertas e registro
Exatidão

Divergência de reconciliação

|registros na origem − registros apurados| ÷ registros na origem

Por período e por API. A divergência precisa ser explicada, não apenas pequena.

Fonte: origem WSO2 × registro
Eficiência

Fechamento da medição

dias úteis entre o fim do mês e o envio à DEGN

Linha de base no MVP, comparada ao processo atual com planilha.

Fonte: trilha de fechamento
Receita

Consumo cobrável identificado

consumo cobrável apurado ÷ consumo faturado no processo atual

Separa direto e delegado. É diagnóstico do valor declarado, não meta de receita.

Fonte: apuração × faturamento
Operação · E2

Provisionamento no prazo

credenciais liberadas no prazo ÷ contratos aptos

Do contrato com evidência PNCP até o marco “API disponível para consumo”.

Fonte: eventos de provisionamento
04 · Solicitações e requisitos

O que foi pedido, por quem, e em qual entrega.

As solicitações vêm do documento de 13/10, da reunião de 15/10 e do workshop. Cada uma foi classificada entre o MVP, a Evolução 1 (ainda dentro dos 3 meses) e as evoluções posteriores, pelo critério aceito em 15/10: menor esforço e maior impacto primeiro, exceções raras em processo manual.

Solicitações da Dataprev e da Salesforce, leitura crítica e entrega proposta
QuemSolicitaçãoLeitura críticaEntrega
Rafael PortinhoDERC · 13 e 15/10Vincular o contrato ao painel de bilhetagem e associar o consumo ao contrato e à autorização da controladora.Núcleo da demanda. O item 32 do documento foi ajustado em 15/10 para incluir a autorização.MVP B01 a B08
Rafael Portinho15/10Ver os órgãos que consomem sem contrato, amparados em autorização.É controle de segurança, além de receita. Cresce com o CadÚnico.MVP classificação e lista diária (B05, B10)
Rafael Portinho15/10API DaaS como produto único, aberto a novas APIs, com autorização configurável por API.Coerente com o conceito de API Group. Exige marcar, por API, se há controladora e qual rito ela segue.MVP no registro (B01, B02); vitrine na Loja (E3)
Rafael Portinho15/10Pacotes diferentes ao longo do tempo e combinações no mesmo contrato, como no caso SEFAZ-SP.Hildegard propôs manter como exceção manual se for raro. Falta a frequência real.MVP pacotes por vigência; E1 combinações, com ajuste manual até lá
Rafael e ThiagoDERC e DEME · 15/10Automatizar LDAP via Pronto, credenciais, liberação no WSO2 e comunicação ao cliente.Hoje é manual e funciona. Depende de APIs do Pronto e da administração do WSO2.E2 após os 3 meses (B11)
Rafael Portinho15/10Informar ao ERP a data de disponibilização com confirmação do cliente, dispensando o TEP.Simplifica a operação; precisa do aceite da área de contratos.E2 (B12)
José Francisco Neto (Chico)15/10Prever integração com o SEI dos órgãos para ofícios de autorização.A maioria das controladoras não deve autorizar pela plataforma; o MTE é a exceção conhecida.MVP guarda a evidência; E3 integra o SEI (B14)
Chico15/10Incluir a bilhetagem de IA, cobrada por tokens.Rafael informou que a área de IA já tem bilhetador e modelo de negócio publicado.Fora arquitetura preparada (B17)
Chico e Francisco Sales15/10Provar que a solução Salesforce bilheta melhor que o WSO2 e se integra a ele.A prova útil é atribuição reconciliada, não substituição do gateway.Prova de valor no pré-flight; MVP reconciliação retroativa
Hildegard BarbosaDEME · 15/10A ferramenta atende o padrão; exceções raras ficam manuais.É o critério que faz o MVP caber em 3 meses sem perder rastreabilidade.Aplicado no recorte do MVP
Michelle CostaSalesforce · 15/10Piloto com licenças de cortesia instalado na Dataprev.Em on-prem, licença não basta: infraestrutura, acesso e operação vêm antes. No plano novo, o piloto é o próprio MVP.Pré-flight (G0) antes do kickoff
Workshop07/10Relatório de consumo como primeira saída útil e alertas para contratos pequenos, de R$ 200 a R$ 300.Entrega valor antes da automação total do faturamento.MVP extrato (B07); E1 alertas de cota (B10)
Workshop07/10Piloto funcionando até o fim de outubro.Não cabe em on-prem. Cabem a devolutiva de arquitetura em 22/10 e a prova de valor no início de novembro.MVP em produção 8 semanas após o kickoff

Requisitos funcionais

Requisitos funcionais da bilhetagem, entrega e critério de aceite
IDRequisitoEntregaCritério de aceite resumido
B01Registro de contratos API DaaSInstrumento, CNPJ, modelo de negócio, APIs, pacotes por vigência e referência ao Protheus.MVPCada contrato ativo tem uma única referência ao Protheus; o pacote vigente é consultável por data.
B02Registro de autorizaçõesControladora, beneficiário, APIs, finalidade, vigência, evidência e estado.MVPNenhum consumo delegado é apurado sem autorização vigente com evidência. No MVP, o cadastro chega por planilha controlada.
B03Vínculo de credenciaisConta LDAP e aplicação no WSO2 ligadas a CNPJ, contrato e autorização.MVPTodas as credenciais ativas têm vínculo ou aparecem como sem vínculo.
B04Leitura do usoCredencial, API, data, hora e status, sem payload, lidos em lote do WSO2, de forma completa e idempotente.MVPA soma lida confere com a origem em dois meses fechados; divergências explicadas.
B05Classificação do consumoDireto, delegado autorizado ou sem vínculo.MVPReproduz o caso INSS, AGU e CNJ validado pelo DERC.
B06Apuração pelo modelo de negócioUnidade cobrável, status cobráveis e pacotes por vigência no MVP. Combinações no mesmo contrato e mudança no meio do período na E1.MVP E1Confere com o cálculo manual do Time de Produto nos meses reprocessados.
B07Extrato por contratoContratante, órgãos autorizados e consumo por API e período, em PDF e CSV.MVPDERC e DEGN aceitam o extrato como insumo de cobrança.
B08Publicação no painel OracleVisões por contrato, órgão, API e tipo de consumo.MVPO painel separa consumo direto, delegado e sem vínculo.
B09Medição para a DEGNArquivo no formato atual no MVP; envio agendado, com aprovação e reenvio controlado, na E1; API na E4.MVP E1Uma medição por período, com trilha; a DEGN usa o arquivo sem retrabalho.
B10AlertasConsumo sem vínculo em lista diária no MVP. Vencimento de autorização ou contrato e cota perto do limite na E1.MVP E1Consumo sem vínculo listado no dia útil seguinte.
B11Provisionamento automatizadoChamado no Pronto, conta LDAP, perfis, liberação no WSO2 e comunicação ao cliente.E2Contrato com evidência PNCP gera credencial vinculada sem digitação manual.
B12Marco de disponibilidade“API disponível para consumo” com confirmação do cliente, informado ao ERP.E2A data chega à DEGN com evidência do aceite, sem TEP.
B13API para a nova LojaContrato celebrado entra no registro; a Loja mostra status e consumo ao cliente e oferece o cadastro em tela.E3Contrato celebrado na Loja aparece no registro sem planilha.
B14Integração com o SEIOfícios de autorização e comunicação à controladora.E3Ofício recebido no SEI vira autorização pendente de validação.
B15Autorização pela plataformaAprovar, devolver com ressalvas ou reprovar, como no Crédito do Trabalhador (MTE).E3Controladoras aderentes decidem sem ofício manual. Provável entrega da Loja.
B16Gateway MuleSoft para APIs novasFlex Gateway com contratos de aplicação e SLA.E4Uma API nova operando com a mesma apuração e o mesmo registro.
B17Unidade de consumo de IATokens por meio do proxy de modelos apresentado no workshop.ForaSomente com caso de negócio próprio; a área de IA já tem bilhetador.

Requisitos não funcionais

Soberania e privacidade

Cadastro, uso e apuração no data center, em Oracle. Uso registrado sem payload, sem CPF e sem dado do cidadão. Retenção definida com o encarregado de dados.

Fora do caminho da chamada

No MVP, a leitura é em lote e fica fora do caminho da chamada. A captura por eventos entra na E4. O impacto da leitura no WSO2 é medido no pré-flight.

Completude e auditoria

Reconciliação por período com a origem, reprocessamento idempotente e trilha imutável de autorizações, regras e apurações.

Capacidade

Dimensionada pelo pico real de chamadas, com teste de carga na S6, antes da entrada em produção.

Operação on-prem

Monitoramento, alertas e guias de operação no data center, sem depender de recursos exclusivos de nuvem para funcionar.

Segurança

mTLS entre componentes, cofre de segredos, menor privilégio, segregação de ambientes e trilha de acesso ao registro.

O documento de 13/10 repete o número 31 e salta os itens 18 e 19. Por isso os requisitos usam IDs próprios (B01 a B17).

05 · Core e evoluções

O que é alicerce entra no MVP. O resto pode esperar sem retrabalho.

Um item é alicerce quando atende a pelo menos um de quatro critérios. Os demais automatizam algo que hoje funciona à mão, dependem de sistemas ainda em mudança ou de decisões em aberto. Esses entram como evoluções, cada uma com aprovação própria.

Critério 1

Sustenta o resto

Sem ele, nenhuma evolução funciona. É o caso do registro de contratos, autorizações e credenciais.

Critério 2

Responde à pergunta do DERC

Quem consome, por qual contrato ou autorização, e quem consome sem vínculo.

Critério 3

Muda a medição da DEGN

Altera o número que vai para o faturamento e por isso precisa ser reconciliado com a origem.

Critério 4

É caro mudar depois

Modelo de dados, chaves de vínculo, versão da regra e trilha. Errar aqui gera retrabalho em todas as evoluções.

Alicerce: o que o MVP entrega

Componentes do MVP, motivo de serem alicerce e requisitos atendidos
IDComponentePor que é alicerceRequisitos
C1Registro mestre com vigênciaContratos, pacotes, autorizações e credenciais com início e fim. Todas as evoluções leem daqui.B01, B02, B03
C2Leitura do uso em loteSem o uso completo não há apuração. Ler em lote evita depender de um broker novo nos 3 meses.B04
C3Classificação do consumoDireto, delegado ou sem vínculo: é a pergunta de 15/10.B05
C4Apuração com regra versionadaO modelo de cobrança já mudou quatro vezes. Cada apuração grava a versão da regra usada.B06
C5Extrato e painelPrimeira saída útil pedida no workshop, publicada no painel que já existe.B07, B08
C6Arquivo de medição da DEGNSubstitui a montagem manual da planilha, no formato que a DEGN já recebe.B09
C7Lista de consumo sem vínculoControle de segurança de custo baixo, porque sai da própria classificação.B10
C8Reconciliação e trilhaSem conferência com a origem, a medição nova não substitui a atual.Não funcional
C9Operação mínima on-premPipeline, monitoramento e guia de operação para a Dataprev sustentar o que entrou em produção.Não funcional

Decisões de fundação, que precisam estar certas já no MVP

  • Modelo de dados com vigência em contratos, pacotes e autorizações, para que pacotes ao longo do tempo não exijam refazer o registro.
  • Chave de vínculo única e auditável entre credencial, CNPJ, contrato e autorização.
  • Regra de apuração versionada, aplicada pela data da chamada.
  • Reprocessamento idempotente por período, sem reescrever fechamento aprovado.
  • Especificação da API de consulta publicada desde o MVP, para a nova Loja consumir na E3 sem retrabalho.
  • Uso registrado sem payload nem dado do cidadão, como regra de LGPD.

O que fica manual durante o MVP

São processos que já funcionam hoje, com volume baixo. Mantê-los manuais por alguns meses custa menos do que automatizá-los dentro dos 3 meses.

Processos mantidos manuais durante o MVP e evolução que os automatiza
ProcessoDurante o MVPAutomatiza em
Cadastro de contratos e autorizaçõesPlanilha controlada, validada na carga, com a evidência anexada ao registro.E3 com a nova Loja, sem construir tela descartável
Provisionamento de acessoChamado no Pronto, como hoje; a credencial criada entra na planilha controlada.E2
Envio da medição à DEGNArquivo gerado pelo MVP e enviado após aprovação do Time de Produto.E1
Combinações de pacotes no mesmo contratoAjuste manual registrado, com justificativa.E1
Alertas de vencimento e de cotaConsulta no painel.E1
Ofícios das controladorasRecebidos como hoje; o registro guarda a evidência.E3 com o SEI

Evoluções faseadas

E1 · S8 a S12 · dentro dos 3 meses

Medição assistida

Alertas de vencimento e de cota, pacotes combinados e mudança no meio do período, envio agendado à DEGN, primeiro ciclo ao vivo em paralelo e transferência à Dataprev.

ValorA DEGN adota a medição nova.
E2 · ≈6 semanas · depois

Provisionamento automatizado

Pronto, LDAP, credenciais, liberação no WSO2, comunicação ao cliente e marco de disponibilidade ao ERP, sem TEP.

ValorContrato vira credencial vinculada sem digitação.
E3 · com a nova Loja

Loja e canais

Contrato celebrado na Loja entra no registro, o cliente vê o consumo, o DERC cadastra em tela, o SEI traz os ofícios e controladoras aderentes autorizam pela plataforma.

ValorFim da planilha controlada.
E4 · por demanda

Tempo real e APIs novas

Captura por eventos em fila on-prem, alertas no mesmo minuto, Flex Gateway para APIs novas como a do CadÚnico e Protheus por API depois da revitalização.

ValorControle de cota em tempo real.
Fora do plano: bilhetagem de IA por tokens. A área de IA já tem bilhetador; o tema só entra com caso de negócio próprio.
06 · MuleSoft on-premises

Em 3 meses, o ambiente on-prem precisa estar pronto antes do kickoff.

Com o runtime no data center da Dataprev, o dado de consumo não sai do perímetro, o que é coerente com a soberania exigida pela empresa. Em troca, infraestrutura, operação, capacidade e parte dos recursos que existem na nuvem passam a ser responsabilidade da Dataprev e do projeto.

Decidir no G0

Plano de controle

Híbrido: runtimes nos servidores da Dataprev, gerenciados pelo Anypoint em nuvem; metadados e métricas operacionais trafegam para fora. PCE: plano de controle instalado no data center, com o conjunto de recursos da versão contratada. O modelo vigente para este caso não consta nas fontes.

Compartilhada

Capacidade

O pacote MuleSoft da UNA inclui 14 vCores de produção (Titanium), 8 de pré-produção, API Manager, Governance e Flex Gateway com 100 milhões de chamadas. UNA e PAT já usam essa base, e o PAT sinalizou preocupação com o barramento compartilhado. A reserva de vCores precisa sair no pré-flight, e o teste de carga com volume real acontece na S6, antes da produção.

Coexistir

Gateway

Colocar o Flex Gateway na frente das APIs DaaS consome o pacote de chamadas licenciado e exige migrar credenciais. Sem o volume anual das APIs, não se sabe se cabe. No MVP e nas evoluções E1 a E3, o WSO2 continua no caminho da chamada.

Premissa

Mensagens e estado no data center

CloudHub, Anypoint MQ e Object Store v2 ficam fora do desenho, porque tirariam mensagens ou estado do perímetro. Persistência e cache usam Oracle e o object store persistente do próprio runtime. O MVP lê o uso em lote e não depende de broker; a fila on-prem só entra na E4.

Sem dono

Operação e governança

Em 04/10 ainda não havia posição sobre como a Dataprev absorverá a governança do MuleSoft. Em 08/10, acesso aos servidores, treinamento, suporte e responsáveis pela operação ficaram pendentes. Sem RACI assinado, o MVP não entra em produção.

Lead time

Acesso do time de PS

VPN, contas nominais, ambientes, rede até WSO2 e Oracle, certificados e janela de mudança. LDAP e Pronto só entram na E2. Em on-prem, isso costuma ocupar as primeiras semanas. Em 3 meses não há folga para isso: precisa estar resolvido no pré-flight, antes do kickoff.

Checklist on-prem por prazo

Antes do kickoff · pré-flight (G0)

  • Modelo de plano de controle e versão do runtime confirmados.
  • vCores reservados para a bilhetagem em pré-produção e produção.
  • Contas, VPN e perfis do time de PS; cofre de credenciais.
  • Amostra do uso no WSO2, sem dado pessoal, e confirmação de dois meses de histórico.
  • Esquema Oracle e DBA responsável pelo registro e pelo painel.
  • RACI de operação, monitoramento e suporte do runtime.
  • Consentimento por escrito para uso de IA no projeto.
  • Licença de cortesia, se houver: itens, prazo e aprovação.

Até a S3 · pré-produção

  • Servidores ou cluster de pré-produção com o runtime instalado.
  • Rede liberada até WSO2, Oracle e painel.
  • Pipeline de implantação no fluxo interno de aprovação.

Até a S7 · produção

  • Produção dimensionada pelo teste de carga da S6.
  • Janela de mudança reservada para a S8.
  • Requisitos de LGPD e retenção do uso aprovados.
Cortesia não resolve infraestrutura. O workshop discutiu uma cortesia temporária de MuleSoft on-prem, com prazo entre dois e seis meses conforme o registro consultado. Ela cobre licença. Servidores, rede, operação e mudança continuam sendo da Dataprev e precisam estar prontos nos prazos ao lado. O MVP não depende de broker, LDAP, Pronto nem Protheus; esses acessos só são necessários nas evoluções.
07 · Arquitetura proposta

O WSO2 atende às chamadas. O MuleSoft organiza a bilhetagem.

Proposta lógica para discussão e validação com a Dataprev. O WSO2 continua atendendo às APIs. Em um fluxo separado, o MuleSoft lê o uso em lote, consulta contratos e autorizações, aplica as regras de apuração e publica o resultado no painel Oracle existente. A captura por eventos (E4) e a nova Loja (E3) entram como evoluções, sem mudar o registro nem a apuração.

Da chamada à apuração, dentro do data center

As setas mostram dois caminhos: a chamada segue para a API; o registro de uso vai, em lote, para a bilhetagem. Os números remetem à explicação abaixo.

Chamada e dados Processamento MuleSoft Registro e painel Oracle Componente a definir
5 · Sistemas de apoio
Protheus e DEGN recebem a medição, por arquivo no MVP e por API na E4. No MVP, uma planilha controlada alimenta contratos e autorizações. LDAP e Pronto entram com o provisionamento automatizado, na E2. A integração com o SEI fica para a E3.
6 e 7 · Equipes Dataprev
O DERC mantém as autorizações pela planilha controlada no MVP e por tela na E3. Produto e DEGN acompanham extratos e apuração no painel. Segurança recebe a lista diária de consumo sem vínculo. A solução registra as evidências e mantém a trilha dessas ações.
8 · Nova Loja e novas APIsE3 e E4
A nova Loja Salesforce envia os contratos e consulta o consumo pela camada Experience. O Flex Gateway é uma opção para APIs novas, sujeita à validação de capacidade e licença. Ter um consumidor autorizado não exige, por si só, trocar o gateway da API.
9 · Gestão do ambienteDecidir no G0
O plano de controle Anypoint pode ficar na nuvem, no modelo híbrido, ou no data center, com PCE. Essa escolha ainda está aberta. A proposta limita o envio externo a informações operacionais autorizadas; contratos, registros de uso e apuração permanecem na Dataprev.
  1. 1Chamada à API. O contratante ou órgão autorizado usa sua credencial no WSO2. O gateway atende às APIs DaaS como hoje.
  2. 2Captura do uso. No MVP, o MuleSoft lê em lote o analytics ou os logs do WSO2, sem o conteúdo da chamada (payload). A fonte exata é confirmada no pré-flight. Na E4, a leitura passa a ser por fila no data center, quase em tempo real.
  3. 3Consulta e registro. O MuleSoft consulta contratos, autorizações e credenciais no registro Oracle e grava o uso classificado e a apuração.
  4. 4Publicação dos resultados. O MuleSoft publica a apuração e o extrato no painel Oracle que já está em produção.
  5. 5Integrações de apoio. No MVP, arquivo de medição para a DEGN e carga validada de contratos. Provisionamento em LDAP, Pronto e WSO2 na E2; SEI na E3; Protheus por API na E4.
  6. 6Validação pelo DERC. A equipe mantém as autorizações pela planilha controlada no MVP e pela camada Experience na E3. As evidências ficam no registro Oracle.
  7. 7Acompanhamento. Produto e DEGN consultam extratos e apuração; Segurança acompanha os alertas de consumo sem vínculo.
  8. 8Integração com a nova Loja. Na E3, o contrato celebrado alimenta o registro e o cliente passa a consultar o consumo na Loja.
  9. 9Gestão do runtime. O plano de controle administra o ambiente. Sua localização depende da escolha entre híbrido e PCE.
Como as três camadas do MuleSoft se dividem
Experience · acesso
No MVP, entrega o extrato por contrato ao painel. Na E3, ganha o cadastro de autorizações em tela e atende à nova Loja.
Process · regras
Relaciona o uso ao contrato, classifica o consumo, aplica a regra de negócio e reconcilia os totais com a origem. A coordenação do provisionamento entra na E2.
System · conexões
No MVP, conecta o WSO2 (leitura em lote), o Oracle e a carga de contratos. LDAP e Pronto entram na E2, SEI na E3, fila e Protheus por API na E4.

Princípios do desenho

Protheus como referência do contrato

O Protheus continua sendo a fonte oficial do contrato. O registro guarda a visão operacional das APIs (credenciais, autorizações, pacotes) e referencia o ID do Protheus.

Origem reconciliável

Todo registro apurado é rastreável até a origem. Reprocessar um período produz o mesmo resultado e não reescreve fechamento aprovado.

Regra versionada

O modelo de negócio é aplicado pela vigência. Cada apuração grava a versão da regra usada, o que sustenta contestações e auditoria.

Opções avaliadas

Comparação das opções de arquitetura
OpçãoComo funcionaA favorContraLeitura
A · Coexistência com WSO2recomendadaWSO2 segue como gateway; MuleSoft on-prem lê o uso, correlaciona, apura e publica.Nenhuma migração de consumidor; ataca a causa; usa licenças já contratadas; cabe em 3 meses.Depende da qualidade e da fonte de uso do WSO2.MVP e evoluções
B · MuleSoft como gatewayFlex Gateway on-prem na frente das APIs DaaS, com contratos de aplicação e SLA.Registro de uso sob controle do projeto; políticas nativas de cota.Migração de credenciais e clientes; consome o pacote de 100 milhões de chamadas; risco operacional alto; não cabe em 3 meses.APIs novas na E4
C · Registro no SalesforceContratos e autorizações na org da nova Loja; consumo segue on-prem.Interface pronta para o DERC; reaproveita a Frente 1.Acopla o MVP à licença e ao cronograma da Loja; exige sincronização nos dois sentidos.Avaliar na E3
08 · Plano em 3 meses

Prazo fixo, escopo variável. A Evolução 1 é a reserva do prazo.

O pré-flight acontece na pré-venda, sem horas de PS, e decide se o projeto começa. O MVP entra em produção na S8. A Evolução 1 ocupa as quatro semanas finais e absorve atrasos: se o MVP escorregar, ela encolhe, e a data de 3 meses não muda. As evoluções posteriores têm aprovação própria.

Pré-flight · 3 semanas antes

Pré-venda e prontidão

Prova de valor feita com vibe coding sobre dados sintéticos, escopo e intents rascunhados com o Scopezilla, Go/No-Go do Quantum Leap, consentimentos, acessos, amostra do WSO2 e pedidos de ambiente.

SaídaG0 · kickoff aprovado.
S0 a S8 · MVP

Fundação em produção

Registro mestre, leitura em lote, classificação, apuração versionada, extrato no painel, arquivo da DEGN e lista de consumo sem vínculo, para todas as APIs DaaS. Dois meses já faturados são reprocessados e reconciliados antes do go-live.

SaídaG4 · MVP em produção.
S8 a S12 · Evolução 1

Medição assistida

Alertas de vencimento e de cota, pacotes combinados, envio agendado à DEGN, primeiro ciclo ao vivo em paralelo e transferência ao time de integração da Dataprev.

SaídaG5 · DEGN aceita a medição nova.
Depois dos 3 meses

Evoluções por módulo

E2 provisionamento, E3 Loja e canais, E4 tempo real e APIs novas. Cada módulo tem caso de negócio, estimativa e aceite próprios.

SaídaAceite por módulo.

Como o prazo cai de 34 para 12 semanas

Escopo

Só a fundação nos 3 meses

O MVP leva apenas o que é alicerce. Provisionamento, nova Loja, SEI e tempo real saem do prazo e viram módulos.

Estrutura

O MVP é o piloto

Não há piloto separado em pré-produção. A primeira entrega já vai para produção, com reconciliação antes do go-live.

Calendário

Paralelo retroativo

Em vez de esperar dois ciclos de faturamento ao vivo, o MVP reprocessa dois meses já faturados e compara com a medição atual. Depende do histórico do WSO2.

Infraestrutura

Leitura em lote

Sem broker novo no MVP. A dependência de infraestrutura fica restrita a runtime, Oracle e rede.

Construção

Quantum Leap

Agentes geram fluxos, DataWeave, testes, scripts e documentação; o time revisa e aprova. Cerca de 32% menos horas e MVP em 8 semanas, não 12.

Preparação

Pré-flight na pré-venda

Acessos, consentimentos, amostra de dados e pedidos de ambiente saem antes do kickoff. Em on-prem, é isso que costuma consumir o primeiro mês.

O que não comprime: provisão de servidores, janelas de mudança, curadoria dos contratos, decisões de regra e aceite da DEGN. Se a produção on-prem não estiver pronta na S7, o go-live do MVP desliza junto, e a Evolução 1 encolhe na mesma medida.
09 · Quantum Leap e IA

Agentes constroem. O time define, revisa e responde pelo resultado.

Quantum Leap é o playbook de execução de Professional Services para entrega AI-native: agentes fazem a construção, e as pessoas definem intents, validam o que foi gerado e governam o que não pode ser automatizado. Ele opera dentro das fases e dos gates do MVG, e MuleSoft está no escopo do programa. Claude Code (CLI), Cursor e vibe coding entram como ferramentas, cada uma com uso definido.

Unidade de trabalho

Intents no lugar de histórias

Os requisitos do MVP e da E1 viram cerca de 15 intents, cada um com resultado, restrições, critério de pronto e limites. É o que o agente executa e o que a Dataprev aceita.

Fonte única

Repositório de engajamento

Intent ledger, decisões e progresso ficam no repositório. O hash de escopo e a detecção de desvio protegem o MVP: pedido novo entra como evolução, não é absorvido.

Ritmo

Demonstração diária

Todo dia de build termina com software funcionando para o PO do DERC. O caso INSS, AGU e CNJ classificado aparece já na S3, com dados sintéticos.

Responsabilidade

Uma pessoa aprova cada artefato

Aprovar, refinar, rejeitar ou escalar. Código gerado passa pelos mesmos testes, revisões e pipeline. “O agente construiu” não é defesa.

Onde a IA entra neste projeto

Atividades do projeto, ferramentas de IA, o que a IA faz e o que fica com a pessoa
AtividadeFerramentaO que a IA fazO que fica com a pessoa
Escopo e intentspré-flightScopezilla, NotebookLM, ClaudeMinera as transcrições de 07, 08 e 15/10 e o documento de 13/10; rascunha escopo, riscos e intents. O Scopezilla é ferramenta de pré-venda.BSA e Intent Architect fecham escopo, critérios de aceite e limites.
Prova de valorpré-flightCursor, vibe codingProtótipo navegável com dados sintéticos: os três tipos de consumo, a classificação e um extrato.Marcelo valida a narrativa. O protótipo não vai para produção.
APIs e fluxos MuleSoftS1 a S8Claude Code, CursorEspecificações OAS, fluxos, DataWeave, conectores e pipeline de build.Agent Orchestrator revisa padrões API-led, segurança e desempenho.
Registro Oracle e cargaS1 a S4Claude CodeDDL, visões do painel e scripts de saneamento e cruzamento das planilhas de contratos.DBA da Dataprev aprova; o DERC faz a curadoria dos vínculos.
Testes e reconciliaçãoS3 a S12Claude CodeMUnit e casos de teste a partir dos intents, gerador de dados sintéticos e scripts de comparação entre origem e apuração.Logic Validator classifica as divergências; a DEGN aceita.
Operação e documentaçãotodo o projetoClaude Code, CursorGuias de operação, registros de decisão, notas de release e status semanal a partir do repositório.Program Lead e especialista on-prem validam.

Vibe coding serve para protótipos, dados sintéticos e ferramentas internas de conferência. O que vai para o ambiente da Dataprev passa por revisão, MUnit e pipeline, como qualquer outro código.

Sem ganho de IA

Onde a IA não acelera

  • Provisão de servidores, rede e janelas de mudança no data center.
  • VPN, contas e acessos do time.
  • Curadoria de contratos e autorizações pelo DERC.
  • Decisões comerciais, como a cobrança do consumo delegado.
  • Aceite da DEGN e aprovações de Segurança e LGPD.
  • Ciclo de faturamento ao vivo, que segue o calendário do mês.

Por isso o plano quase não reduz as horas dessas frentes.

Confirmar no pré-flight

Condições para operar em Quantum Leap

  • Consentimento por escrito da Dataprev para uso de IA no projeto, conduzido pelo Program Lead. Restrições de setor público sinalizadas logo no início.
  • Dados reais não entram nas ferramentas de IA: os agentes trabalham com código, especificações e dados sintéticos ou anonimizados. Contratos e uso ficam no perímetro.
  • Claude Code somente na versão hospedada em AWS Bedrock, como exige o programa.
  • Patrocinador na demonstração diária, de 30 a 45 minutos ao fim do dia, e decisões da Dataprev em 24 a 48 horas.
  • Escopo do MVP fechado no início do build, com controle de mudança.
  • Elegibilidade: o Quantum Leap está em piloto, com engajamentos selecionados. Confirmar com o programa se a Dataprev entra.
  • Time com as oito verificações de prontidão feitas, incluindo a licença do MeshMesh, que leva dias.
Ganho usado no plano: a meta do programa é reduzir de 35% a 40% o tempo até o valor, e os ganhos ainda estão em validação no piloto. Este plano aplica cerca de 32% nas horas e 33% no calendário do MVP, concentrados nas frentes de construção, teste e documentação. O build do MVP, de cerca de 6 semanas, fica no limite inferior da faixa indicada pelo programa (6 a 24 semanas); por isso os intents começam no pré-flight.
Plano B: se o pré-flight reprovar o modelo (sem consentimento, decisões acima de 48 horas ou patrocinador ausente das demonstrações), o projeto segue AI-Augmented, com as mesmas ferramentas e revisões semanais. O MVP passa para a S10, e a Evolução 1 se reduz a alertas e envio à DEGN. Os cenários estão na estimativa.
10 · Professional Services e recursos

Pod de quatro pessoas no MVP. Duas a três na Evolução 1.

Levantamento de PS para os 3 meses, com os papéis do Quantum Leap. As horas são de PS MuleSoft e Salesforce; o esforço da Dataprev e de terceiros fica fora delas.

Modelo de entrega

Quantum Leap com o time Dataprev junto

PS conduz o MVP e a E1 em modelo AI-native, se o pré-flight aprovar. O time de integração da Dataprev acompanha desde a S0 e assume a sustentação na E1. Nas evoluções posteriores, os três modelos do workshop (PS integral, PS com integrador, integrador com acompanhamento) podem ser testados por módulo.

Confirmar

Financiamento

O workshop citou bolsões de serviços profissionais pré-aprovados por linha de serviço e contrato. Confirmar se cobrem esta frente antes de abrir nova contratação. O Quantum Leap prevê preço fixo por resultado; confirmar a linguagem de SOW disponível antes de oferecer esse formato.

Pré-venda

Quem conduz até o SOW

Marcelo Silva desenha a arquitetura do MVP, com Elvis Rocha na volta das férias. Michelle Costa conduz a relação e a agenda com Francisco Sales. Juliane Lopes consolida horas, volumetria e o rascunho dos intents.

Composição provável de horas de PS por papel do Quantum Leap e entrega
Papel Quantum LeapPapel tradicionalResponsabilidadeMVPE1Total
PL · Program LeadEngagement ManagerCompromisso de entrega, gates, consentimentos e relação com o patrocinador.110 h40 h150 h
IA · Intent ArchitectMuleSoft Solution ArchitectAutor dos intents, arquitetura, segurança e cadeia de validação.230 h60 h290 h
AO · Agent OrchestratorTechnical Architect MuleSoftConduz os agentes, revisa o código gerado e lidera a parte técnica.290 h90 h380 h
Trusted Guide de integraçãoIntegration Developer MuleSoftDirige e revisa a construção de APIs, lote, apuração e carga.220 h80 h300 h
Especialista de plataforma on-premMesmo papelRuntime, pipeline, observabilidade e hardening com a infraestrutura da Dataprev.160 h20 h180 h
BSA · regras de bilhetagemMesmo papelModelo de negócio, autorizações, exceções e critérios de aceite dos intents.130 h30 h160 h
LV · Logic ValidatorQA e reconciliaçãoTestes, reconciliação retroativa e evidências ligadas aos intents.140 h40 h180 h
Total provável1.280 h360 h1.640 h

MVP

≈4 FTE em 8 semanas
1.280 horas, considerando 40 horas por semana. Arquitetura e plataforma em tempo parcial; orquestração e integração em dedicação integral.

Evolução 1

≈2 a 3 FTE em 4 semanas
360 horas. O pico está no ciclo ao vivo e na transferência à Dataprev.

Evoluções posteriores

Por módulo
Cada evolução com pod próprio, dimensionado no caso de negócio.

Recursos da Dataprev, fora das horas de PS

Recursos necessários da Dataprev nos 3 meses
Papel DataprevDedicação estimadaQuando
PO da bilhetagem (DERC)50% e demonstração diáriaS0 a S12, com decisão em até 48 horas.
Patrocinador executivoDemonstrações diárias; semanais no Plano BTodo o projeto e todos os gates.
Time de Produto API DaaSSob demanda, com SLA de decisãoRegra v1 até a S2; validação da apuração da S5 à S7.
DEGNValidações nos marcosReconciliação retroativa (S6 e S7) e ciclo ao vivo (S8 a S12).
Infraestrutura e operação MuleSoft on-premUma pessoa, 50% a 70%Do pré-flight à S8: pré-produção até a S3 e produção até a S7.
Administração do WSO230%Do pré-flight à S5: amostra, interface de leitura e histórico.
DBA Oracle e responsável pelo painel30%S0 a S8: registro, visões e carga.
Segurança e LGPDGatesPré-flight (acessos e consentimento de IA), G1 e G4.
Time de integração DataprevUma a duas pessoasDesde a S0, para assumir a sustentação na E1.

Essas dedicações são premissas para executar o plano. O dimensionamento da equipe Dataprev ainda precisa ser validado.

11 · Estimativa

De 2.810 para 1.640 horas. Escopo e modo de entrega explicam a diferença.

A estimativa soma o esforço de cada frente de trabalho, em horas de PS, primeiro no modelo tradicional e depois com o fator do Quantum Leap. O cenário base supõe dados utilizáveis do WSO2, ambiente pronto e decisões rápidas. O conservador supõe ajustes na leitura, regras pouco claras e menor disponibilidade dos especialistas.

Da estimativa anterior ao plano de 3 meses

Horas prováveis de PS. As barras laranja são reduções; as demais, totais.

Totais por entrega, no modelo tradicional e com Quantum Leap
EntregaTradicionalBaseProvávelConservadorPrazo
MVP · fundação1.820 h960 h1.280 h2.000 hS0 a S8
Evolução 1 · medição assistida590 h260 h360 h560 hS8 a S12
Projeto em 3 meses2.410 h1.220 h1.640 h2.560 h12 semanas
Evoluções posteriores (E2 a E4)Não estimado650 h950 h1.540 hPor módulo

Base, provável e conservador já consideram o Quantum Leap. A coluna tradicional mostra o provável sem agentes na construção.

Cenários de entrega

Cenários de entrega conforme o modelo aprovado no pré-flight
CenárioCondiçãoMVP em produçãoEscopo nos 3 mesesHoras prováveis
AI-native · Quantum LeaprecomendadoPré-flight aprovado: consentimento, patrocinador nas demonstrações e decisões em 48 horas.S8MVP e Evolução 1 completa1.640 h
AI-Augmented · Plano BMesmas ferramentas, sem o modelo completo; revisões semanais.S10MVP e parte da E1 (alertas e envio à DEGN)≈1.800 h
TradicionalSem agentes na construção.S12Só o MVP, sem reserva de prazo1.820 h
Base dos dois projetos: Loja 2.700 h + DaaS 1.640 h = 4.340 h de referência para os pacotes atuais independentes. Não são substitutos de mesmo escopo. A conexão técnica E3 acrescenta 130 h centrais na simulação; a expansão comercial da Loja permanece à parte. Memória única do de/para.
Se Billing for escolhido: até 175 h centrais de apuração DaaS são potencialmente substituíveis, somente antes de executar e após prova de aderência. Medição, correlação e operação permanecem. A ingestão de 300 h centrais já está no B2 simulado: definir quem executa sem somar novamente no Mule. Nenhuma hora de ERP ou provisionamento sai automaticamente da Loja.
Frentes de trabalho do MVP
Frente de trabalhoTradicionalBaseProvávelConservadorO que a IA acelera
Frentes de trabalho da Evolução 1
Frente de trabalhoTradicionalBaseProvávelConservadorO que a IA acelera
Evoluções posteriores, por módulo
MóduloBaseProvávelConservador
Premissas, exclusões e gatilhos de reestimativa

Premissas

  • Pré-flight concluído antes do kickoff (G0).
  • WSO2 com interface de leitura utilizável e pelo menos dois meses de histórico.
  • Regra de apuração v1 decidida até a S2.
  • Registro em Oracle da Dataprev, com DBA disponível.
  • Medição por arquivo, no formato atual da DEGN.
  • vCores reservados no pré-flight.
  • Decisões da Dataprev em até 48 horas.
  • Consentimento de IA e modelo Quantum Leap aprovados.

Exclusões

  • Licenças, infraestrutura e operação contínua.
  • Troca do WSO2 nas APIs atuais.
  • Faturamento, boleto e cobrança, que seguem no Protheus e na DEGN.
  • Jornada de contratação (fases 1 a 3), que pertence à Loja.
  • Saneamento ilimitado de contratos e autorizações antigos.
  • Evoluções E2 a E4, estimadas à parte.
  • Bilhetagem de IA por tokens.

Reestimar se

  • O volume exigir cluster novo ou expansão relevante de vCores.
  • A origem WSO2 for inutilizável e o gateway precisar ser instrumentado.
  • O PCE precisar ser instalado do zero para este caso.
  • O histórico do WSO2 não permitir o paralelo retroativo.
  • O consumo delegado exigir contratos próprios ou novo rito jurídico.
  • O modelo Quantum Leap não for aprovado (ver cenários).
12 · Cronograma

MVP na semana 8. Projeto encerrado na semana 12.

Escala em semanas a partir do kickoff (S0), cenário provável com Quantum Leap. O pré-flight ocupa as três semanas anteriores, na pré-venda. As evoluções posteriores aparecem hachuradas e dependem de aprovação própria. Se o kickoff for em novembro, o recesso de fim de ano cai no meio do build: ou o calendário congela no recesso, contando 12 semanas úteis, ou o kickoff passa para janeiro.

Gates do cronograma
GateQuandoDecisão de saída
G0 · Pré-flight aprovadoAntes da S0Go/No-Go do Quantum Leap, consentimentos, acessos, amostra do WSO2, vCores reservados e pedidos de ambiente feitos.
G1 · Intents e arquiteturaS2Intent ledger do MVP aprovado, arquitetura assinada e regra de apuração v1 decidida.
G2 · Build aceitoS6Todos os intents do MVP demonstrados e aceitos pelo PO; teste de carga feito.
G3 · UAT e reconciliaçãoS7Dois meses já faturados reprocessados, divergências explicadas e UAT confirmado.
G4 · MVP em produçãoS8Go/No-Go formal, notas de release e lista de consumo sem vínculo rodando.
G5 · Fim do projetoS12E1 em produção, ciclo ao vivo aceito pela DEGN e pacote de transferência aceito.

Os gates seguem as fases do MVG: pré-flight, preparação e desenho, build, teste, implantação e adoção. No Quantum Leap, a UAT confirma o que as demonstrações diárias já mostraram; um defeito de desenho que só apareça na UAT é tratado como falha do método.

13 · Decisões e próximos passos

Dezessete decisões. A maioria precisa sair antes do kickoff.

Plataforma on-prem · até o kickoff
  1. O MuleSoft deste caso usa plano de controle em nuvem (híbrido) ou PCE? Qual versão do runtime e quais ambientes?
  2. Quem opera, monitora e sustenta o runtime on-prem, e quem governa o MuleSoft na Dataprev?
  3. Quantos vCores dos 14 de produção e 8 de pré-produção podem ser reservados, e qual é o volume mensal e o pico das APIs DaaS?
  4. A pré-produção fica pronta até a S3 e a produção até a S7? Quem executa as mudanças?
Dados e fontes · até o kickoff
  1. Qual é a versão do WSO2 e qual interface de leitura está disponível? A contagem na origem está correta?
  2. Quantos meses de histórico o WSO2 guarda, e a DEGN tem o faturado desses meses para o paralelo retroativo?
  3. Qual é o modelo de dados do painel Oracle e quem o mantém?
  4. Enquanto a nova Loja não existir, qual é a fonte de contratos (Protheus, planilha diária ou ServiceNow), e onde estão as autorizações vigentes e suas evidências?
  5. Cada credencial pertence a um único CNPJ, ou há credenciais compartilhadas?
Regras de negócio · até a S2
  1. Qual é a unidade cobrável e quais status de resposta são cobrados?
  2. A quem se fatura o consumo delegado, e há limite por autorização? Até a decisão, o MVP mantém a cobrança atual.
  3. Como se apura a mudança de pacote no meio do período?
  4. Qual divergência é aceitável no G3, e em que formato a DEGN recebe a medição hoje?
Quantum Leap e contratação · antes do SOW
  1. A Dataprev autoriza por escrito o uso de ferramentas de IA no projeto, com dados reais mantidos no perímetro?
  2. Quem é o patrocinador nas demonstrações diárias, e qual é o SLA de decisão?
  3. O programa Quantum Leap aceita a Dataprev como engajamento do piloto, ou o projeto segue AI-Augmented?
  4. Haverá cortesia de licença? O PS será financiado por bolsão existente ou por nova contratação, e o preço fixo por resultado é uma opção?

Próximos passos com data

16/10 · 14h30
Recap interno de bilhetagem (Michelle, Juliane e Marcelo): alinhar esta leitura, o plano de 3 meses e a posição frente à Opção B da Loja.
19 ou 20/10
Luiz Gabriel retoma com Yudi a proposta da Loja: deixar explícito que a medição de API está nesta frente.
Até 22/10 · proposto
Rascunho do escopo e dos intents do MVP com o Scopezilla, a partir das transcrições de 07, 08 e 15/10 e do documento de 13/10 (Juliane).
22/10 · quinta
Devolutiva da arquitetura do MVP (Marcelo; Elvis em férias), com o plano de 3 meses e o checklist de pré-flight.
Até 24/10 · proposto
Confirmar com o programa Quantum Leap a elegibilidade da Dataprev e definir o Program Lead que conduz os consentimentos.
A agendar
Reunião com Francisco Sales e Rafael Portinho (Michelle): apresentar o plano de 3 meses e pedir as respostas de plataforma, dados e patrocínio.
Início de novembro
Prova de valor concluída e decisão sobre kickoff, cortesia e financiamento do PS.
14 · Rastreabilidade

Fontes e limites desta análise.

Documento de fluxo“Fluxo de contratação API DaaS”, DERC e SURG, 13/10/2026, enviado por Rafael Portinho em e-mail de 15/10.
Workshop 07 e 08/10Deck, consolidação local e notas do Granola: prioridade das APIs, dor do WSO2, volumes declarados e cortesia.
SlackMensagens diretas de 05 e 06/10: bilhetagem de APIs, FinOps de IA e governança de dados como frentes de solução.
Quantum Leap · canvases do programaEnablement Hub do piloto, Cohort 1: papéis do pod, ferramentas aprovadas, consentimentos e gates do MVG. Quantum Leap FAQ: intents, demonstração diária, metas de redução de prazo e faixa de duração do build.
Limites da leitura: o resumo automático do Granola atribui a próxima agenda a Saulo; a transcrição e o e-mail indicam Francisco Sales, a confirmar. R$ 100 milhões por ano, 2.200 contratos e 23 APIs são falas do workshop, não dados auditados. O volume de chamadas não aparece em nenhuma fonte. Os ganhos do Quantum Leap são metas de um programa ainda em piloto, não resultados medidos neste tipo de projeto; por isso o plano usa um fator conservador e o Plano B mostra o efeito sem ele. A estimativa deve ser recalibrada no G1 (S2), sem conversão em preço sem rate card e sempre separando PS, esforço da Dataprev, licenças e terceiros.