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Como ler este mapa

Criado 09/09/2026 · Revisão transversal 16/10/2026
Dataprev · DEME · Command Center

A loja onde o contrato nasce. Ainda não é a loja onde ele vive.

Imagine um órgão público que precisa contratar um produto da Dataprev. Hoje essa pessoa entra num sistema feito em ServiceNow, precisa estar logada só para ver o catálogo, e a cada seis meses uma atualização da plataforma quebra o que foi customizado. O que a Dataprev pediu à Salesforce não foi um CRM novo, nem uma loja em que se passa cartão. Pediu um lugar nativo, na plataforma, onde o contrato de produto de prateleira é celebrado: vitrine, simulação, minuta, assinatura, publicação quando for ente público, e a passagem do termo assinado para o sistema que já fatura. Esse lugar se chama Loja Dataprev. A área dona é a DEME, Departamento de Monitoramento e Estratégia Comercial. Não é o PAT, não é o programa de agentes da previdência, não é a mesma conta política. Em 14 de setembro a Dataprev mostrou a loja atual. Em 28 de setembro os modelos de negócio dos nove itens de catálogo chegaram. A devolutiva Salesforce foi agendada para 1º de outubro, das 10h30 às 11h30, online. Em 01/10, a Dataprev viu a vitrine B2B Commerce e a operação Revenue Cloud, incluindo configuração de UNA e geração de minuta. Hildegard considerou aderente o que foi mostrado, sem homologar todos os requisitos. Chico pediu mapeamento dos obrigatórios, customizações, horas e licenças; em 06/10 a avaliação de Serviços segue em curso. Hildegard informou 11 produtos no catálogo atual, após dois acréscimos; os nove itens da compilação de 28/09 permanecem uma fotografia histórica, sem regras dos dois novos produtos. Este mapa explica o que isso é, o que o time já viu, e o que ainda não se pode prometer.

Loja de celebração, não de pagamento Sai o ServiceNow Demo: Commerce + Revenue Totvs continua faturando 11 produtos · relato de 01/10 Demo realizada em 01/10
Até a assinatura
Depois disso o Totvs assume o contrato e emite a fatura. Em 14/09 ficou visível que o cliente não entra no Totvs, então cada ato volta por integração.
11 produtos
Catálogo atual informado em 01/10. A compilação de 28/09 cobre nove itens; detalhes dos dois novos ainda a obter.
Demo realizada
01/10: Commerce e Revenue, configuração de UNA e minuta. Aderência percebida; requisitos e proposta ainda em análise.
Licença sem número
30 internos e cerca de 11 mil cadastrados confirmados em 06/10. Projeções de contratos recebidas; métrica e pacote comercial ainda por validar.

Como ler este Command Center

Se você não consegue explicar uma coisa de um jeito que uma criança entenda, você ainda não entendeu a coisa. A Loja Dataprev é simples de contar e fácil de misturar com outras coisas da mesma empresa. Simples: um órgão escolhe um produto da Dataprev, o sistema monta o contrato, as pessoas certas assinam, o termo público é publicado quando a lei exige, e a fatura sai de outro sistema, o Totvs, que a Dataprev já usa. Fácil de misturar: a mesma Dataprev tem um marketplace do PAT, um programa de agentes da previdência, um CRM Totvs e uma fábrica interna. Este documento trata só da loja em que a DEME, a Departamento de Monitoramento e Estratégia Comercial, celebra o contrato de produto de prateleira.

📌
Este material é briefing interno. Ainda não é proposta comercial. A devolutiva de 1º de outubro mostra a loja se reconhecendo no Salesforce. Não fecha licença. O certificado ICP-Brasil continua sem definição jurídica. Em 06/10, a DEME enviou usuários e projeções de contratos; picos, integrações, métrica comercial e aderência por requisito ainda precisam ser detalhados. Os preços de prateleira, esses, já estão nos modelos de negócio transcritos em 28/09.
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Eles não pediram uma loja de comprar. Pediram uma loja de assinar.

No fim de agosto, Hildegard Barbosa, gerente-executivo da DEME, sentou com a Salesforce e descreveu o problema. A Dataprev vende produtos de prateleira para outros órgãos e para empresas: APIs, acesso a aplicações, pacotes mais ou menos fechados. O lugar onde isso vira contrato hoje é um ServiceNow muito customizado. A cada cerca de seis meses a plataforma atualiza e alguma função quebra. Retrabalho, risco, cada evolução vira um projeto. O pedido foi explícito: uma solução o mais nativa possível no Salesforce, em que configurar vale e customizar só entra quando não houver outro jeito.

O que a Dataprev descreveu como a loja

Quem implementou esse ServiceNow, na época, foi o Luis Gabriel Fernandes. Hoje ele é Solution Engineer na Salesforce, no time do Rogerio Meira. Isso muda a conversa: o rito, o que foi customizado e o que quebra não são hipótese de fora. Estão do nosso lado da mesa.

O recorte do produto

A loja celebra o contrato. Ela não gerencia o contrato depois que ele está vigente. Nota fiscal, relatório de serviços, consumo e fiscalização já vivem em outras ferramentas e encontram este caso pelo ERP. Há uma nuance: atos que geram um termo novo (cancelamento, reajuste, mudança de razão social) a Dataprev quer automatizados na loja, com exceção manual quando a regra não cobrir. Isso só fecha se a loja continuar dona do termo, ou se o ato for só a cerimônia de um PDF cuja conta o ERP recalcula.

A ferida que eles nomearam

Não foi chatbot. Não foi inteligência artificial. Foi customização que quebra. O ServiceNow da loja já está na segunda versão. O produto, quando a loja foi construída, era recém-lançado e mudava o tempo todo. A cada atualização semestral alguma coisa cai. Manutenção cara, evoluir é sempre um projeto novo. O argumento de venda que eles verbalizaram é este: nascer nativo para não repetir a história.

Quem entra na loja

Só pessoa jurídica: órgão público ou empresa. Nunca pessoa física, na fala de agosto. A pessoa que assina o faz no CPF, porque é um servidor ou um representante do órgão, mas o contrato é entre a Dataprev e uma instituição, não entre a Dataprev e um cidadão. Autenticação passa pelo Gov.BR. Cadastro da empresa passa pelas bases de pessoa jurídica da Dataprev. Administração direta exige que o termo traga a dotação orçamentária, o dinheiro público já reservado para aquele gasto. A Dataprev, em vários produtos, guarda o dado sem ser dona dele: No COMPREV, a compilação indica habilitação SPREV; Batimento SIRC exige autorização INSS. Não presumir aprovação adicional sem conciliar os requisitos.

Quando o contrato público passa a existir

Para ente público, o contrato só tem eficácia quando aplicável depois da publicação no PNCP, o Portal Nacional de Contratações Públicas, exigido pela Lei 14.133. O sistema precisa controlar e registrar que o cliente confirmou a publicação. Isso não é um anexo administrativo no fim da fila. É condição de eficácia nos contratos sujeitos ao art. 94 da Lei 14.133. Automatizar uma rescisão porque o prazo passou, sem a jurídica na sala, é risco alto.

O caminho de entrada, e o que mudou depois de ver a loja

Em 9 de setembro o time interno leu a loja como Revenue Cloud (catálogo, preço, minuta) mais Experience Cloud (portal), e deixou o Commerce de fora porque ninguém paga online. Em 14 de setembro o Hildegard mostrou o marketplace atual. Em 15 de setembro o alinhamento interno da prova de conceito inverteu a vitrine: B2B Commerce integrado ao Revenue Cloud. O Commerce carrega catálogo, navegação e carrinho. O Revenue Cloud faz a passagem do carrinho para cotação e contrato. Experience Cloud, agentes e Slack ficaram fora dessa demonstração. Meio de pagamento continua fora. A leitura de 9 de setembro não foi apagada: ela explica por que o caso não é cartão. A leitura de 15 de setembro é a que a devolutiva de 1º de outubro vai mostrar.

O motor continua sendo o Revenue Cloud

O trabalho difícil desta loja não é receber um pagamento. É configurar o modelo de negócio, a faixa de volume, o item opcional, gerar a minuta idêntica ao que foi escolhido, aplicar cláusula conforme a natureza do cliente, e conduzir aditivo ou distrato. Isso é o território nativo do Revenue Cloud: catálogo, preço, configuração, documento. Na lista de produtos que a Dataprev já tem com a Salesforce, o Revenue Cloud Advanced já aparece. O DRO (Dynamic Revenue Orchestrator), que orquestra o ciclo depois da cotação, é SKU novo e ainda precisa entrar nessa lista. O que a lista tinha no lugar era Events, e o time de Revenue não usa mais esse SKU neste caso.

A vitrine da prova é o B2B Commerce

O catálogo sem autenticação foi demonstrado em 01/10 no B2B Commerce, com navegação anônima e experiência autenticada. A compilação de nove itens foi usada como base histórica; Hildegard informou que a loja atual já tinha 11 produtos. A demonstração mostrou configuração de UNA, cotação e minuta. Login de produção Gov.BR, identidade interna Microsoft AD, assinatura, comprovação PNCP e demais integrações precisam ser homologados. Não confundir o ambiente demonstrado com a implantação de produção.

O que a loja atual mostrou em 14 de setembro

Hildegard aceitou, em 10 de setembro, apresentar o marketplace atual na segunda seguinte, 14/09, às 15h. A gravação circula no grupo como “Funcionamento do Marketplace atual”. O que o time viu: a implementação que eles mostraram levou quase um ano, com muita customização no ServiceNow, e o ambiente está instável. O cancelamento pedido pelo cliente começa no portal e segue para o Totvs, porque o Totvs gerencia o contrato. O cliente não tem acesso ao Totvs. Cada ato vira integração síncrona. Isso confirma o limite já falado em agosto (a loja celebra, o Totvs fatura) e nomeia o custo desse limite.

O Totvs continua sendo o sistema deles de venda e de fatura

A Dataprev já tem CRM e ERP na Totvs. A loja vai até o contrato assinado e entrega o termo para o Totvs faturar. O pipeline de oportunidade (ganhou, perdeu, assinou) precisa ser avisado lá, não substituído no primeiro dia. Revenue Cloud não inclui automaticamente Sales Cloud: é um add-on, com licença CRM base e direitos a confirmar. Isso é pré-requisito técnico, não o discurso de abertura. Em 21 de setembro o Luis respondeu à Fernanda que esta loja será uma org nova: nem a instância em que roda o MGI, nem a da UNA. Isso organiza a demonstração e o lugar da oportunidade. Não é ainda a frase da Dataprev sobre onde a loja de produção mora.

Como isso se posiciona, sem misturar as contas

A Dataprev já considera Salesforce. A pergunta agora é outra: o que exatamente estamos oferecendo, de qual orçamento isso sai, e se esta loja mora no mesmo ambiente Salesforce do programa de previdência ou num ambiente só da DEME.

  • Não vender como CRM. O que importa é catálogo, simulação, minuta, assinatura, autorizador, publicação no PNCP e a passagem do termo assinado. O aviso ao Totvs de que uma oportunidade nasceu ou morreu é uma ponte entre sistemas, não um motivo para trocar o CRM no primeiro dia.
  • Commerce entra como vitrine, não como loja de cartão. Ninguém passa cartão nesta loja. Meio de pagamento continua fora. A partir de 15 de setembro a prova usa B2B Commerce porque ele já entrega catálogo, navegação sem login e carrinho, integrado ao Revenue para cotação e minuta. Experience Cloud saiu dessa demonstração. Continua candidato se cadastro, autorizador e vitrine pública não couberem no Commerce.
  • Sair do ServiceNow, não reformar um Salesforce que ainda não é a loja. A história é esta: o sistema atual quebra, o nativo não deveria. O Luis conhece o rito porque o construiu. Em 14 de setembro o próprio Hildegard mostrou essa loja. O que eles operam hoje levou quase um ano de customização e está instável. Em 16 de setembro o Chico, da DTP, disse ao Rogerio que o projeto tem alta prioridade exatamente porque a solução atual incomoda.
  • Outra área, outro orçamento. A DEME é relacionamento com o mercado. Não é o time de previdência, não é o time do Saulo. Relacionamento comercial e dinheiro desta loja são independentes, mesmo que a marca Salesforce seja a mesma na conta. Não assumir o mesmo ambiente Salesforce sem perguntar.
  • Este mapa não é o PAT Marketplace. PAT é outra oportunidade, outro patrocinador, outro ministério. A palavra “marketplace” colide e confunde. Por isso o nome interno é Loja Dataprev.

O que esta parte deixa claro

A Dataprev quer celebrar contratos de prateleira com menos customização. A demonstração realizada em 01/10 usou B2B Commerce e Revenue Cloud, incluindo configuração de UNA; COMPREV foi o recorte do roteiro inicial. Em 06/10, a DEME esclareceu usuários, projeções e acessos futuros. Permanecem assinatura com certificado, escopo de contratos exclusivos e detalhamento das integrações e licenças.

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A palavra “loja” esconde duas fábricas diferentes

Quando a Dataprev diz “loja”, ela mistura dois jeitos de contratar que não cabem na mesma máquina. Um é produto de prateleira: o mesmo COMPREV, o mesmo pacote de API, vendido a muitos clientes, com faixa de volume e simulação. O outro é contrato exclusivo: um sistema feito para um cliente só, sem catálogo, sem “escolhe 5 mil consultas por mês”. O time Salesforce desenhou a primeira fábrica. A segunda ainda não tem desenho neste mapa. Tratar as duas como se fossem um único “quase tudo nativo com configurador de preço” infla a proposta e desvia a conversa.

As duas fábricas, lado a lado

1 Produto de prateleira

É o que o Documento de Visão chama de Marketplace. Existe vitrine, modelo de negócio, carrinho e simulação. O cliente escolhe um produto que a Dataprev já vende a outros. COMPREV é o exemplo mais citado: convênio obrigatório entre INSS e os regimes próprios de previdência, pelo Decreto 10.188/2019. Em agosto o Hildegard falou em nove produtos. Em 28 de setembro os modelos de negócio do portal atual fecharam essa conta: sete produtos que se contratam sozinhos e dois serviços da UNA que só existem junto de um módulo UNA. COMPREV era o recorte inicial; a demonstração realizada também mostrou configuração de UNA. O motor de preço e minuta é o Revenue Cloud. A vitrine dessa prova é o B2B Commerce.

2 Contrato exclusivo por cliente

Aqui não existe prateleira. Existe um sistema que não se reutiliza, um cliente, um desenho. O trabalho é minuta, cláusula, autorizador se o dado tiver dono, assinatura, publicação no PNCP se for ente público, e a passagem do termo ao Totvs. Carrinho e catálogo, neste caso, são teatro. O que cabe é geração de documento, aprovação e portal. O configurador de preço da prateleira não é o centro. Se a DEME disser que a loja também faz isso, o discovery precisa ser outro, não um acréscimo escondido no mesmo pacote.

🚧
O time Salesforce já escolheu começar pela prateleira, e a prova de 1º de outubro mostra só o COMPREV. Isso ainda precisa ser dito com clareza ao Hildegard. Se ele exigir as duas fábricas no mesmo dia 1, o configurador de preço deixa de ser o centro do caso inteiro. A segunda fábrica é documento e rito, não carrinho.

Os nove itens que o portal atual já vende

Em 28 de setembro o Luis extraiu do marketplace atual os modelos de negócio e montou a transcrição que o Wagner usou para o catálogo da demonstração. Os valores abaixo são os dos PDFs, copiados literalmente. Onde o documento não informa setup ou taxa, esta tabela não inventa. A taxa única do COMPREV (R$ 1.200) não está no PDF do modelo de negócio: veio da tela do catálogo ServiceNow, no subtotal não recorrente. Fonte: modelos de negócio do portal Dataprev, transcrição de 28/09/2026 no grupo interno da loja.

#ItemCódigo do modeloComo cobraFaixa que o documento traz
1COMPREV
Produto da demonstração
MN/DIMN/043/00Taxa única de contratação mais franquia mensal por grupo de porte (I a X)R$ 1.200 uma vez (tela ServiceNow) e R$ 100 a R$ 12.000 por mês. Vigência de 60 meses. Grupo definido pela SPREV, não pelo cliente.
2Batimento SIRCMDN/DIMN/37/2024Franquia mínima mais preço regressivo por faixa de registros. Não é cascata.R$ 3.523,50 até 2.000 registros. Depois, de R$ 0,58725 a R$ 0,02610 por registro, conforme a faixa do mês.
3DaaS
Dados como serviço
MDN/DIAE/26/2024Pacote mensal fixo por volume de requisições. Cobra mesmo com consumo zero.14 pacotes, de R$ 1.145,95 (3 mil requisições) a R$ 1.146.120,00 (6 milhões) por mês. Contrato mínimo de 12 meses.
4Crédito do TrabalhadorMDN/DIAE/21/2025Preço por unidade consumida (API ou parcela) mais faixas opcionais de troca de titularidadeDe R$ 0,0403 por API a R$ 2,12 por parcela consignada. Reajuste pelo IPCA, competência abril. Cliente: instituição financeira habilitada no MTE.
5e-Consignado (INSS)MDN/DIAE/159/2025O mesmo desenho do Crédito do Trabalhador, sobre benefício do INSS (empréstimo, RMC e RCC)De R$ 0,0424 por API a R$ 2,23 por parcela de empréstimo. Reajuste pelo IPCA, competência outubro. Exige acordo com o INSS.
6UNA, módulo de atendimentoMDN/DIAE/62/2025Assinatura mensal por tamanho de instância mais configuração inicialDe R$ 46.405,26 (micro, compra individual) a R$ 464.113,17 (grande) por mês. Configuração inicial: R$ 28.819,28 por instância. Condomínio (mínimo 3) sai mais barato.
7UNA, fundos de pensãoMDN/DIAE/78/2025A mesma UNA, com tamanho extra (nano) e tabela própriaDe R$ 26.347,12 (nano) a R$ 526.866,50 (grande) por mês na compra individual. Configuração inicial: R$ 32.715,97 por instância.
8UNA, desenvolvimentoMDN/DIAE/20/2024Por ponto de função. Não se contrata sozinho.R$ 952,62 por ponto de função (referência de setembro de 2024). Manutenção corretiva não é cobrada.
9UNA, consultoriaMDN/DIAE/79/2025Por hora, em três modalidades. Exige contrato com saldo de horas.R$ 258,23 (negócio), R$ 272,92 (ciência de dados) e R$ 286,90 (tecnologia) por hora.
📎
Dois avisos da própria transcrição. No PDF da UNA o tamanho grande aparece como “1.750.00” transações. A tabela de condomínio escreve 1.750.000, e foi essa a leitura adotada. Setup de COMPREV, Batimento, DaaS, Crédito do Trabalhador e e-Consignado não consta nos PDFs. A última faixa de troca de titularidade não traz valor máximo.

Na prateleira, o preço nasce de mais jeitos do que a fala de agosto

Em agosto o Hildegard descreveu três jeitos: consumo bilhetado, faixa mensal, e faixa mais um item único. Os modelos de negócio de 28 de setembro cabem nessa fala e a detalham. Um livro de preço com uma lista só não dá conta. COMPREV é exemplo didático de franquia por grupo mais taxa única. A demo realizada também mostrou UNA; isso não confirma cobertura dos 11 produtos atuais.

1. Consumo bilhetado

Crédito do Trabalhador e e-Consignado cobram por API consumida ou por parcela. Sem consumo no mês, o Batimento SIRC também não cobra. O “carrinho”, aqui, é adesão a um modelo, não a escolha de uma faixa antecipada.

2. Volume mensal

COMPREV cobra franquia por grupo de porte. DaaS cobra pacote fixo de requisições, mesmo com uso zero. SIRC aplica o preço da faixa total atingida no mês, sem cascata. O exemplo de agosto (5 mil ou 10 mil consultas) cabe neste grupo.

3. Volume mais um item único

UNA cobra assinatura por tamanho de instância e uma configuração inicial por instância. Consultoria e desenvolvimento entram como hora ou ponto de função, e só com um módulo UNA já contratado. São os itens opcionais de execução única ou variável que a fala de agosto antecipou.

Há ainda recorrência de assinatura no documento de visão. Isso entra no desenho de preço do Revenue Cloud. Não é motivo para trazer meio de pagamento para dentro da loja.

O que a loja faz, e o que ela deliberadamente não faz

O Documento de Visão lista NE1 a NE16. A demo focou prateleira. FN10.02, portal de gestão/nota fiscal, foi identificada como removida na planilha de 06/10; medição e boleto devem migrar segundo o email. Reenquadramento COMPREV (NE14), pessoa física (NE15) e atendimento (NE16) permanecem requisitos ou expansão a conciliar com a DEME, sem exclusão de produção homologada por esta revisão.

O rito da loja

Um visitante vê o catálogo sem senha. Identifica-se pelo Gov.BR. O sistema preenche a empresa nas bases da Dataprev. Na fábrica de prateleira, ele escolhe o modelo e simula o preço. Anexa papéis. O sistema monta a minuta, com cláusulas e, se for administração direta, com a dotação orçamentária. Quando o produto usa dado que não é da Dataprev, o órgão dono autoriza. O cliente assina, dois signatários Dataprev assinam segundo a tabela de competência. Quando o contrato estiver sujeito ao art. 94 da Lei 14.133, a publicação no PNCP é condição de eficácia; validar o rito aplicável com a Jurídica. O termo assinado vai para o Totvs. O acesso ao produto é liberado. Distrato e aditivação são jornadas previstas no DV e retornos eventuais confirmados em 06/10. A Loja deve sincronizar os atos com o ERP, fonte oficial, conforme APIs e faseamento a detalhar. Atendimento por conversa pode existir um dia, se a vitrine precisar de triagem. Não é o primeiro dia.

Fora desta loja

No cenário futuro de 06/10, medição e boleto devem migrar para outra solução em desenvolvimento. O Documento de Visão mantém reenquadramento anual do COMPREV, aditivação e distrato; sua inclusão e faseamento precisam ser confirmados. Pessoa física é expansão futura no texto, sem produto ou implantação aprovados. Integração CRM é desejável; ERP é obrigatório e fonte oficial dos contratos.

O que esta parte deixa claro

Começamos pela prateleira; a transcrição de 01/10 registra configuração de UNA, além do recorte inicial COMPREV. Os modelos de negócio mostram franquia, pacote, consumo, assinatura por tamanho e serviço por hora ou ponto de função. A pergunta que ainda não foi feita com clareza ao Hildegard é se a loja também celebra o contrato exclusivo. Sem essa resposta, o pacote de licença do Revenue Cloud Advanced continua sendo um chute. Pessoa física e chatbot não abrem a porta. O Totvs, depois da assinatura, fecha o rito da loja e abre o rito do financeiro.

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Cinco perguntas. Volumetria recebida, proposta ainda em análise.

O email de 06/10 esclarece usuários, projeções de contratação, acesso após assinatura, validação documental e identidade interna. A preferência comercial é valor fixo mensal de sustentação e/ou licenciamento. Assinatura, aderência funcional, integrações e métrica comercial ainda precisam fechar; os dados recebidos não constituem proposta.

1
Depois de assinado, quem é dono do contrato?
Leitura interna pronta
O que isso quer dizer

Existe um momento em que o PDF deixa de ser rascunho e passa a ser o termo vigente. A pergunta é: esse termo mora no Salesforce ou no Totvs? Hildegard já disse, em agosto, que a loja vai até a assinatura e a gestão segue no processo que eles têm hoje. Nelson fechou o limite: contrato assinado gera entrega no Totvs para faturar. Em 14 de setembro a loja atual confirmou o custo disso: o cancelamento começa no portal e segue para o Totvs, porque o cliente não tem acesso ao ERP. Cada ato vira integração síncrona.

Por que isso muda a proposta

O ERP é a fonte oficial definida no Documento de Visão. A Loja pode conduzir aditivos e distratos e sincronizar o resultado com o ERP sem tornar-se outra fonte oficial. A adequação dos recursos de ciclo de vida do Revenue depende do mapeamento dessas jornadas, das APIs e das licenças; não pode ser descartada apenas porque o ERP guarda o contrato.

O que ainda falta

NE10 do Documento de Visão já define o ERP como fonte oficial dos contratos. Detalhar os atos iniciados na Loja e sincronizados com o ERP, identificadores, conteúdo, confirmações e falhas, evitando duas fontes oficiais. Aditivo e cancelamento continuam jornadas eventuais da Loja no cenário de 06/10. Composição de licenças CRM/Revenue precisa de validação comercial; trocar o CRM não é pré-requisito de negócio confirmado pela DEME.

2
A loja faz prateleira, exclusivo, ou os dois?
Começar pela prateleira
O que isso quer dizer

Prateleira tem catálogo, faixa e simulação. Exclusivo tem um cliente, um desenho, um termo. São duas máquinas. A demo de 01/10 mostrou prateleira, incluindo configuração de UNA: B2B Commerce como vitrine, Revenue Cloud como motor de cotação e minuta. Experience Cloud ficou fora dessa demonstração. Meio de pagamento continua fora.

O que o cliente ainda não fechou

Em agosto a DEME citou os dois modelos na mesma conversa. O Documento de Visão e o mapeamento do Luis só descreveram a prateleira com carrinho. A fábrica exclusiva ainda não tem desenho neste mapa.

O que levar ao Hildegard

Começamos pela prateleira. Se a loja também tiver que celebrar o exclusivo, o discovery é outro, não um configurador de preço forçado num contrato sem catálogo. Carrinho de e-commerce não resolve isso.

3
Pessoa física e atendimento por conversa entram quando?
Não é o primeiro dia
O que o cliente disse

Em agosto: só pessoa jurídica, nunca pessoa física. Chatbot não foi a dor. A dor foi customização que quebra. No Documento de Visão, cadastro de pessoa física aparece como crítico e, no mesmo texto, como futuro. Atendimento por conversa aparece como crítico, resposta em 30 segundos, sem alucinação.

Como o time leu isso

A arquitetura pode ficar pronta para um dia agregar pessoa física com checkout. Isso é uma peça que se encaixa depois, não o alicerce. Commerce como loja de pessoa física só faz sentido se essa porta abrir de verdade. A conversa não é distante, porque o documento já a prevê. Também não é a primeira entrega.

O que isso implica

Pessoa física fica estacionada. Um agente de atendimento pode aparecer na demonstração, como diferencial. Não vira o eixo da primeira entrega, a menos que a DEME diga que a vitrine não lança sem triagem. Não se vende Commerce “para não fechar a porta da pessoa física”.

4
Assinar o contrato é registrar o ato, ou precisa de certificado ICP-Brasil?
Ainda em aberto
Por que isso trava o desenho

A modalidade de assinatura e o certificado mudam o desenho, mas assinatura sem ICP-Brasil também exige solução técnica e integração. Em 01/10, Wagner mostrou a preparação do envio para DocuSign e explicou que a integração com a assinatura governamental e sua exposição no autosserviço exigem extensão. O fluxo completo de assinatura não foi executado. Aprovação, login e assinatura são funções distintas.

O que os documentos dizem

O Documento de Visão trata A3 como desejável, crítico só se o Gov.BR estiver indisponível. Em agosto a DEME destacou a publicação no PNCP no rito público; o enquadramento jurídico correto é eficácia quando o art. 94 se aplica, sem concluir por isso que a modalidade de assinatura está resolvida. O Luis lembra, de memória, que ICP não era necessário no rito atual. Memória não substitui jurídica.

O que fazer agora

Perguntar à jurídica da Dataprev, por escrito. A demo de 01/10 mostrou preparação do envio à assinatura, mas não executou o fluxo completo. Não vender parceiro de assinatura até essa frase existir.

5
Quantas pessoas, quantos contratos, em qual ambiente?
Base recebida em 06/10
O que foi pedido

Hildegard confirmou em 06/10: 30 usuários internos e aproximadamente 11.000 cadastrados envolvidos nas contratações, entre solicitantes, signatários e responsáveis. Projeta mais cerca de 500 contratações ainda em 2026, repetição ou superação do pico de 2022 em 2027 por recontratação e média de 250 por ano nos anos seguintes. São estimativas, sem compromisso mínimo de contratos. O total cadastrado não equivale a usuários ativos mensais, clientes institucionais ou contratos. Visitantes, picos, sazonalidade e chamadas de integração ainda precisam ser detalhados.

O que o documento já traz, e o que isso não mede

O Documento de Visão exige pelo menos 50 contratações por mês e até 10 acessos internos simultâneos. São requisitos de capacidade, distintos dos 30 usuários internos e das projeções anuais informadas em 06/10. Hoje há dois acessos mensais após a contratação, para aprovar medição e baixar boleto. Essas atividades devem migrar para outra solução em desenvolvimento; o cenário futuro é sem acesso rotineiro, com retorno eventual para cancelar ou aditivar.

O ambiente

Em 21/09, Luis confirmou uma nova org, sem reutilizar as orgs MGI ou UNA. O direcionamento registrado no material de Juliane é localização Brasil. Org, instância e região de hospedagem não são sinônimos: a implantação e o provisionamento precisam de validação técnica. Até 30/09 o grupo ainda não havia registrado o número da oportunidade; esta revisão não confirma mudança posterior no CRM.

⏳
A base de dimensionamento chegou em 06/10. A DEME prefere valor fixo mensal e não assume mínimo de contratos. Métrica por contratos permanece incerta; faturamento não é o cenário preferencial. Validar a composição comercial com o time de produto, sem transformar projeções em consumo contratado. Certificado de assinatura segue pendente.
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Onde o dossiê ainda se contradiz

O Documento de Visão, a fala de agosto e o mapeamento técnico do Luis não contam a mesma história em todos os pontos. Isso não é falha de ninguém. É o estado de um caso que ainda está em discovery. O risco é repetir a contradição como se fosse tese fechada. Abaixo, cada fratura explicada até o fim, para o time interno. Não é lista para o cliente, até virar pergunta.

Fraturas para não levar como fato

A loja é só celebração, e também reajusta o contrato vigente

NE12 e NE13 pedem distrato e aditivação. O email de 06/10 confirma retorno eventual do cliente à Loja para cancelar ou aditivar. O ERP permanece fonte oficial; a Loja pode orquestrar aprovação, termo e assinatura e sincronizar esses atos. Validar o comportamento de cada ato e as integrações, sem excluir ciclo de vida por hipótese interna.

Dois mil e cem regimes próprios não medem esta loja

O Decreto 10.188/2019 torna o COMPREV obrigatório para INSS e regimes próprios. O Documento de Visão cita mais de 2.100 RPPS. Essa é a base instalada do produto. O reenquadramento anual permanece em NE14 do DV e na planilha de 06/10; ficou fora da demo, com faseamento de produção a confirmar. O recorte inicial demonstrado prioriza a celebração de contrato novo de prateleira; o escopo de produção deve conciliar também os atos previstos no DV. Usar 2.100 como prova de escala do negócio é métrica de palco, não de proposta.

O CRM já tem nome, e não é o Salesforce no primeiro dia

O Documento de Visão foi escrito como um portal que alimenta “o CRM em uso”. Esse CRM é o Totvs. O ERP também. O aviso de que uma oportunidade nasceu, ganhou ou morreu é uma ponte entre sistemas, não troca de ferramenta. Revenue Cloud é um add-on, e a licença CRM base deve ser confirmada no pacote. Chegar dizendo “vocês vão viver com dois CRMs” cria uma discussão que a loja não precisa ter. A loja se integra. Usar o CRM Salesforce no lugar do Totvs é um caminho, e a DEME não é a área que discute CRM com o Saulo. Apresentar os dois. Não abrir a conversa pedindo que eles troquem o CRM para a loja existir.

Oitenta e cinco por cento nativo não é garantia comercial

As estimativas internas de setembro sobre aderência não constituem compromisso. A planilha de requisitos de 06/10 é análise inicial gerada com apoio de IA, ainda sujeita à revisão de especialistas. Ela identifica integração e extensão em assinatura, validação documental, PNCP, ERP e provisionamento. O critério da Dataprev em 01/10 é verificar os obrigatórios e justificar as horas; certificado não é a única lacuna técnica.

Vinte e dois estados não são o processo

O Documento de Visão descreve o dossiê em vinte e dois estados, vários deles de encerramento: desistência, rejeição, prazo de assinatura estourado, PNCP que não veio, cancelamento administrativo. Isso é útil para quem for desenhar a máquina de exceção. É ruim como slide de processo. O caminho feliz cabe em oito passos: vitrine, identificação, modelo, papéis, autorizador se houver, minuta e assinaturas, publicação se for ente público, passagem ao Totvs e liberação de acesso. Mostrar os vinte e dois de cara trabalha contra “nativo e simples”.

O contratante se serve sozinho. A fábrica Dataprev não fica vazia.

O cliente escolhe, simula e assina sem um comercial no telefone o tempo todo. Continua havendo o autorizador externo, dois signatários Dataprev por tabela de competência, validação de publicação no PNCP (às vezes manual) e cancelamento administrativo. Do lado de quem contrata, a loja se serve. Do lado Dataprev, gente continua no rito.

A história é sair do ServiceNow, não reformar um Salesforce que ainda não é a loja

A loja atual é ServiceNow, com customização que quebra. Quem a implementou está neste time. A história comercial é sair do sistema que quebra, com quem conhece o rito do nosso lado. O que ainda falta nome é a ferramenta de gestão depois da vigência, a vizinha obrigatória do Totvs. A de celebração já tem nome: ServiceNow.

Commerce parece atalho de vitrine, e não é o caminho desta loja

Em 9 de setembro o Guilherme Mattei ponderou que o Experience Cloud exige construir mais peças de vitrine do que o Commerce, porque o Commerce já sincroniza catálogo e carrinho. Naquela sala o time recusou Commerce na primeira entrega, porque não há transação financeira. Em 15 de setembro, depois de ver a loja atual, a prova de conceito adotou o caminho que ele tinha ponderado: B2B Commerce integrado ao Revenue, sem meio de pagamento. Experience Cloud saiu dessa demonstração. Customizar o fluxo contratual dentro do Commerce continua sendo o risco de repetir a quebra do ServiceNow. A tese de 9 de setembro (Commerce fora) vale como limite de pagamento. Não vale mais como desenho da devolutiva de 1º de outubro.

Publicação no PNCP não é um anexo no fim da fila

Nos contratos sujeitos ao art. 94 da Lei 14.133, a publicação no PNCP é condição de eficácia. Registrar e validar o comprovante integra o rito descrito no Documento de Visão. Um fluxo que rescinde sozinho porque o prazo passou, sem a jurídica da Dataprev na sala, é risco jurídico alto. Automação de prazo não substitui parecer.

O que ainda não sabemos e precisa entrar na próxima conversa

Algumas perguntas não estão no Documento de Visão. Sem elas, a integração e o tamanho comercial ficam no ar.

  • Qual é o nome, e quem é o dono, da ferramenta que gerencia o contrato depois que ele está vigente. O Totvs fatura. A gestão de vigência, ainda não tem nome neste mapa.
  • Quem é, de verdade, o secretário de um regime próprio, o autorizador exigido por produto, sem presumir etapa adicional do INSS no Batimento SIRC, o signatário Dataprev, o jurídico e o dono do Totvs. Hoje o mapa de gente do cliente tem Hildegard e Thiago, o líder operacional da loja.
  • Por que a Dataprev, que tem fábrica, não reconstrói a loja internamente e só pede CRM. O antídoto é a fala deles sobre o ServiceNow customizado que quebra, com o Luis como quem já viveu esse ciclo, e o fato de o produto ServiceNow ter sido recém-lançado quando a loja nasceu. As peças desta tese são mais maduras.
  • Qual o caminho de contratação pública (TED, ata de registro, inexigibilidade, licitação), e se este negócio compete politicamente com o programa de agentes ou com o CRM Totvs do time do Saulo.
  • Onde os dados moram (no Brasil, na nuvem Salesforce), quem é dono do dado e quem só guarda na LGPD, e como o visitante anônimo da vitrine pública se encaixa nisso. Navegar sem login é requisito explícito, porque o ServiceNow atual trava a vitrine.
  • Como reutilizar ou substituir a IA documental existente, confirmada em 06/10, e homologar a precisão e os tempos do Documento de Visão. Fornecedor e APIs ainda não foram informados. Document AI segue alternativa; revisão humana após três tentativas é requisito do documento, sem confirmação de implementação atual.
  • Se Public Sector Solutions entra na conversa, ou se o caso segue em Revenue Cloud com a regra pesada de governo: Lei 14.133, dotação, PNCP.
Visão Estratégia · 5 de 5

Quem está nesta conta, em que ordem o trabalho nasce, o que fazer agora

A DEME é o Departamento de Monitoramento e Estratégia Comercial. Em 01/10, a Dataprev viu a vitrine B2B Commerce e a operação Revenue Cloud, incluindo configuração de UNA e geração de minuta. Hildegard considerou aderente o que foi mostrado, sem homologar todos os requisitos. Chico pediu mapeamento dos obrigatórios, customizações, horas e licenças; em 06/10 a avaliação de Serviços segue em curso. Hildegard informou 11 produtos no catálogo atual, após dois acréscimos; os nove itens da compilação de 28/09 permanecem uma fotografia histórica, sem regras dos dois novos produtos. A transcrição registra pedido de proposta e avaliação dos obrigatórios, não compra ou go-live. O próximo passo é concluir o mapeamento funcional, esforço e alternativas comerciais alinhadas à preferência por preço previsível.

As pessoas desta história

Em agosto, do lado Dataprev, estava Hildegard Barbosa. Do lado Salesforce, entre outros, Juliane Lopes, Rogerio Meira, Juliana Brites, Nelson Filho, Rene Soares e Luis Gabriel Fernandes. Em setembro o time interno se completou com Fernanda de O Pacheco Rodrigues, Guilherme Mattei, Wagner Rosado e Tiago Lisboa. O Documento de Visão ainda lista Thiago Cunha, Fábio Gasparotto, Rodrigo Lobo e Liliane Frez na DEME. Thiago reapareceu como líder operacional da loja, reportando ao Hildegard. Quem apresentou a loja atual, em 14/09, foi o próprio Hildegard. O Chico, da DTP, entrou na conversa em 16/09 como quem recebeu a encomenda de endereçar o e-commerce, e está no convite de 1º de outubro. O sobrenome do Chico não está no grupo.

Hildegard Paulino Barbosa

Gerente-executivo da DEME. Pediu a loja nativa, apresentou o marketplace atual em 14/09 às 15h e escolheu 1º de outubro para a devolutiva (10h30 às 11h30, online). O template de contrato do COMPREV que a demonstração usa veio dele.

hildegard.barbosa@dataprev.gov.br

Chico, da DTP

Em 16/09, na conversa com o Rogerio, ficou como quem recebeu a encomenda de endereçar o e-commerce. A leitura do Rogerio: prioridade alta, porque a solução atual, muito customizada, incomoda. A Fernanda pediu que ele estivesse no convite. Em 22/09 o Luis confirmou que o Chico está no convite de 1º de outubro.

Thiago, líder operacional da loja

Reporta ao Hildegard. Continua sendo quem opera o ServiceNow no dia a dia: o que funciona, o que o login trava na vitrine, o formato da assinatura que já deu dor. A apresentação de 14/09 foi do Hildegard. O mapa de operação do Thiago ainda cabe numa conversa seguinte.

Luis Gabriel Fernandes

Solution Engineer na Salesforce, time do Rogerio. Implementou o ServiceNow da loja. Extraiu os modelos de negócio em 28/09 e sugeriu o COMPREV como produto da demonstração, pela simplicidade e porque o template de contrato já existe. Está em viagem em 30/09 e confirmou presença na devolutiva de 1º de outubro.

Guilherme Mattei, Wagner Rosado e Tiago Lisboa

Mattei é o especialista de Revenue Cloud e defendeu integrar Commerce e Revenue na mesma demonstração. Wagner monta o catálogo a partir da transcrição dos modelos de negócio e pediu o template de contrato, que o Mattei reenviou em 30/09 (Contrato COMPREV ajustado). Tiago Lisboa, de Commerce, entrou em 21/09. Em 30/09 de manhã ele avisou que o ambiente já tem um produto configurável, que o visual da Dataprev entra no mesmo dia, e que a apresentação está sendo preparada.

Juliane Lopes e Nelson Filho

Em 9/09 a Juliane fechou o recorte daquela sala: Commerce fora, Revenue mais Experience, porque checkout com cartão não é este caso. Nelson validou o limite da loja (contrato assinado, Totvs fatura). A prova de 15/09 em diante usa Commerce como vitrine, sem meio de pagamento. O limite do Totvs permanece.

Quem ainda não está no mapa, do lado Dataprev

A jurídica (PNCP e certificado de assinatura). O dono do Totvs. O dono da ferramenta de gestão pós-vigência. O autorizador típico, o INSS no Batimento SIRC. A TI de identidade Gov.BR. Sem essas pessoas, a passagem do contrato assinado e o autorizador externo continuam desenho no vazio.

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Fernanda lembrou o óbvio que se perde fácil: esta DEME é vendas, área distinta do time do Saulo. Não subestimar. Apresentar caminhos (integrar o Totvs ou usar o Sales Cloud que já vem no pacote). A ponte política com a conta principal de previdência é decisão nossa, não fato do Hildegard. Não assumir o mesmo ambiente Salesforce.

Em que ordem o trabalho pode nascer

Esta sequência é uma proposta de faseamento. A demo de 01/10 já ocorreu; o foco atual é mapear os requisitos obrigatórios, confirmar extensões, definir integrações e fechar esforço e licenças. Fora da demonstração não significa fora do escopo de produção aprovado pela DEME.

Onda 1 · evidências da demonstração de 01/10

A demonstração de 01/10 mostrou navegação anônima, configuração de UNA, catálogo, cotação, minuta e preparação de envio via DocuSign. COMPREV foi o recorte do roteiro inicial, não o único produto da sessão realizada. Identidade Gov.BR, Microsoft AD interno, comprovação PNCP, assinatura governamental e provisionamento ainda exigem integração e homologação. Esta onda é demonstração; não comprova entrega em produção.

Onda 2 · o governo de verdade

O autorizador do órgão dono do dado. A publicação no PNCP como condição de eficácia quando aplicável, não como anexo. A dotação orçamentária no termo da administração direta. A tabela de competência dos dois signatários Dataprev. A liberação de acesso ao produto, se o piloto tiver API.

Onda 3 · os atos que geram um termo novo

Distrato e aditivação previstos no Documento de Visão devem ser detalhados com a DEME. O ERP é a fonte oficial; a Loja pode conduzir os atos e sincronizar termos e estados. Avaliar capacidades de ciclo de vida, APIs, esforço e licenças conforme as jornadas, sem presumir que manter o ERP elimina essa necessidade.

Onda 4 · atendimento, pessoa física e o que se encaixa depois

Um agente de atendimento pode aparecer antes, na demonstração, como diferencial. Chat e caso no dia a dia da loja só se a DEME confirmar que a vitrine não lança sem triagem. Pessoa física e Commerce só se a fala “nunca pessoa física” cair e houver checkout de verdade. Contrato exclusivo como jornada paralela, se o Hildegard disser que a loja faz as duas fábricas.

O que a próxima conversa com a DEME precisa resolver

  1. A loja atual já foi vista com o Hildegard em 14/09. O que doeu: quase um ano de customização no ServiceNow, ambiente instável, e o cancelamento que sai do portal e entra no Totvs porque o cliente não acessa o ERP.
  2. Demo de 01/10 realizada com Commerce e Revenue, incluindo UNA, cotação, minuta e preparação de assinatura. Requisitos, esforço e licenças em análise.
  3. Dizer em português claro o recorte: prateleira, Commerce mais Revenue nesta prova, Experience fora da demonstração, meio de pagamento fora. Confirmar se a loja também celebra o contrato exclusivo.
  4. Confirmar por escrito o limite já falado, e agora visto: contrato assinado, Totvs fatura, cliente não entra no Totvs. O CRM Totvs permanece o sistema de pipeline.
  5. Detalhar a base recebida em 06/10: picos de recontratação em 2027, visitantes, usuários ativos e chamadas de integração. Avaliar valor fixo mensal, sem mínimo contratual de contratações; fechar a aderência de cada requisito com Serviços.
  6. Colocar a jurídica na sala para duas coisas: rito de publicação no PNCP, e se a assinatura precisa de certificado ICP-Brasil. O DRO (orquestrador de receita) ainda precisa entrar na lista de produtos da conta. O Revenue Cloud Advanced já está nela.

O que a visão Estratégia entrega, e o que ela não entrega

Entrega um recorte para o time interno e para a devolutiva de 1º de outubro. Não entrega proposta. A Dataprev pediu nativo. O Documento de Visão descreveu um portal quase ponta a ponta. Em 9 de setembro a sala leu Revenue mais Experience, com Commerce fora. Depois de ver a loja, em 15 de setembro, a prova passou a ser B2B Commerce mais Revenue, sem meio de pagamento, com COMPREV no roteiro inicial; UNA também foi mostrada em 01/10. Totvs continua CRM e ERP. Assinatura, validação documental, APIs, detalhamento de carga, modelo comercial e fábrica exclusiva continuam pendentes. A volumetria inicial foi respondida em 06/10.

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Como as peças se encaixam, na fábrica de prateleira

Pense em camadas, não em siglas. Em cima, a vitrine que a devolutiva mostra: B2B Commerce, catálogo e carrinho, navegação sem login. Ao lado, o que a leitura de 9 de setembro ainda guarda para cadastro, autorizador e papéis: Experience Cloud, fora desta demonstração. No meio, o motor de receita: catálogo, preço, cotação, minuta. Ao lado, o rito: quem aprova, quem assina, em que prazo. Embaixo, a plataforma (identidade Gov.BR, eventos que liberam acesso) e as pontes para o mundo Dataprev (Totvs, PNCP, bases de pessoa jurídica). Este desenho vale para produto de prateleira. Contrato exclusivo não usa carrinho. Pessoa física não entra no primeiro dia. Meio de pagamento não entra neste desenho.

As camadas, em português

Em 01/10, B2B Commerce mostrou vitrine e autosserviço; Revenue mostrou catálogo, cotação, minuta e preparação do envio à assinatura. A produção exige detalhamento de identidade externa Gov.BR, Microsoft AD interno, validação documental, comprovante PNCP, ERP e acesso aos produtos. MuleSoft é a camada de integração proposta, sujeita aos contratos das APIs. Experience Cloud aparece como alternativa na planilha preliminar de 06/10; isso não substitui automaticamente o B2B Commerce da demo. Licenças CRM base, acesso externo, DRO e eventuais componentes de billing devem ser confirmados, preservando faturamento no ERP.

Portal
B2B Commerce · vitrine da provaCatálogo, navegação sem login, carrinho. Integrado ao Revenue em 30/09
Experience Cloud · fora desta demoCandidato a cadastro, papéis e autorizador
Experience Cloud · autorizadorÓrgão dono do dado, parecer, PDF. Não está na devolutiva de 01/10
Revenue
Catalog + PricingOs três jeitos de preço: bilhete, faixa, item único
Cart + simulaçãoSó na fábrica de prateleira
Document GenerationMinuta, cláusulas, dotação se administração direta
Ciclo de vida do contratoAdequação ao rito da Loja a avaliar; ERP permanece fonte oficial
Rito
Approval + Screen FlowSignatários, prazos, tabela de competência. Sem OmniStudio
Solução de assinaturaAssinatura exige solução e integração. Certificado a definir
Parceiro ICP / A3Só se a jurídica exigir
Plataforma
Identity · Gov.BR / Microsoft ADGov.BR no acesso externo; Microsoft AD contratado para usuários internos, conforme 06/10
Platform EventsLiberar ou suspender o acesso ao produto
Agentforce + ServicePode aparecer na demonstração. Primeira entrega, depois
Sales CloudLicença CRM base a confirmar. ERP: fonte oficial do contrato
MuleSoft
CNISPJPreenche a pessoa jurídica
TotvsContrato assinado para faturar. Aviso de ganho ou perda
PNCPRegistra e valida comprovante. Eficácia conforme regime aplicável
Validação documentalIA existente na Dataprev. Reuso ou substituição a avaliar; APIs a confirmar
Externo
Gov.BRLogin e, se for o caso, canal de assinatura
CRM TotvsPipeline: nasceu, ganhou, perdeu, assinou
ERP TotvsFonte oficial dos contratos; recebe os atos da Loja
PNCPArt. 94: condição de eficácia quando aplicável
Produtos contratados11 produtos informados em 01/10. APIs a inventariar
Órgão controladoraAutoriza. Dataprev custodia o dado
Assinatura exige extensão e homologação. A demo preparou o envio via DocuSign, sem executar todo o fluxo. Wagner explicou que a assinatura governamental exige integração e exposição no autosserviço. Não há provedor de produção selecionado nem substituição da assinatura por aprovação de Flow. ICP-Brasil permanece definição jurídica.
O que ficou de fora desta primeira construção. Meio de pagamento, porque não há checkout com cartão. Experience Cloud, nesta demonstração: a vitrine é o B2B Commerce. OmniStudio fora do recorte interno desta demo: no lugar, fluxo de tela e componente de template onde ainda houver tela fora do Commerce. Leitura documental: em 06/10, a Dataprev confirmou IA existente. Avaliar seu reuso; Data 360 Document AI continua alternativa, sem decisão de substituição. Minutas: a Dataprev já usa Office 365, e o gerador de documento do Revenue Cloud pluga nisso. O template COMPREV compartilhado pelo Hildegard é referência do roteiro inicial; a sessão de 01/10 também gerou minuta para o cenário UNA.

Cadastro e identidade · esclarecimento de 06/10

A IA atual verifica se o arquivo é um documento pessoal e se seu titular participa da contratação, comparando por similaridade nome e número, pelo menos. Para documentos da entidade, aplica a comparação de identificação, sem a etapa de reconhecimento do formato. O email não identifica fornecedor nem APIs e não seleciona uma solução Salesforce. Usuários internos passarão a usar Microsoft AD já contratado; a resposta não redefine a identidade externa Gov.BR nem resolve o mecanismo de assinatura.

Após a assinatura, o cenário futuro retira medição e boleto da Loja e prevê retorno eventual para cancelamento ou aditivo. Isso não transfere automaticamente à Loja a gestão oficial do contrato, nem confirma que a outra solução já esteja implantada.

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O que o Documento de Visão pede, e o que a plataforma faz

O Documento de Visão tem 16 necessidades, com prioridades por funcionalidade. A tabela resume requisitos e hipóteses de implementação, sem certificar cobertura. FN10.02 consta como removida na planilha de 06/10; o email prevê migração de medição e boleto. NE14, NE15 e NE16 seguem no documento e exigem decisão de faseamento; ficar fora da demo não comprova retirada do escopo de produção.

As dezesseis necessidades, traduzidas

NEO que o documento pedePrioridade no Documento de VisãoO que a conversa confirmouPeça nesta hipótese
NE1Catálogo, vitrine e modelos de negócioPrioridade por função: vitrine logada crítica; anônima desejável no DV11 produtos informados em 01/10; compilação de 28/09 cobre noveRevenue para catálogo; B2B Commerce na demo. Cobertura por função a validar
NE2Gov.BR e validação do e-mailGov.BR: Muito importante; e-mail: CríticoGov.BR externo; Microsoft AD interno no email de 06/10Identity e integrações; não confundir login com assinatura
NE3Carrinho e simulaçãoCríticoSó na fábrica de prateleira. Contrato exclusivo não tem carrinhoConfigurador de preço do Revenue Cloud
NE4Cadastro de envolvidos, papéis e validação documentalCrítico; acurácia mínima é requisito não funcionalIA atual reconhece documento e compara identidade, conforme 06/10Reuso ou substituição a avaliar; APIs não informadas; revisão humana prevista
NE5Cadastro da empresa via base de pessoa jurídica da DataprevCríticoIntegração com as bases delesPortal no Experience mais MuleSoft
NE6Minuta, cláusulas, dotação se for ente públicoCríticoDotação só para administração diretaGeração de documento do Revenue Cloud
NE7Autorizador externoCríticoO órgão dono do dado autoriza. A Dataprev guarda, não é donaPortal no Experience mais aprovação nativa
NE8Assinatura, competência e comprovação PNCPPrioridades por FN: assinatura crítica; notificações/prazo muito importantes; A3 desejável, crítico sem Gov.BR01/10 mostrou preparação para assinatura, sem executar o fluxo completoExtensão no portal e integração com solução de assinatura; PNCP exige validação do comprovante
NE9Avisar o CRM de ganho ou perdaDesejávelO CRM é o TotvsIntegração com o Totvs. Sales Cloud entra só porque o Revenue Cloud exige na licença
NE10ERP e portal do clienteERP crítico; FN10.02 removida na planilha preliminarERP é a fonte oficial, conforme DV; medição e boleto migrarão conforme 06/10Integração ERP a detalhar; acesso eventual para cancelar ou aditivar permanece
NE11Provisionar acesso ao produtoMuito importante01/10: Loja pode intermediar a requisição; ambiente interno concede acessoOrquestração e APIs por produto; automação ponta a ponta a homologar
NE12DistratoCríticoRetorno eventual à Loja confirmado em 06/10Aprovação, termo, assinatura e integração; ERP permanece fonte oficial
NE13Aditivo e razões de alteraçãoPrioridade por FN: predominantemente críticoRetorno eventual à Loja confirmado em 06/10Geração do termo, assinatura e sincronização ERP; faseamento a confirmar
NE14Reenquadramento anual COMPREVCrítico no DV e mantido na planilha de 06/10Fora da demo; não há exclusão formal comprovadaConfirmar faseamento e integração ERP com DEME
NE15Cadastro de pessoa físicaCrítico e, no mesmo texto, futuroEm agosto: nunca pessoa física agora. A arquitetura pode ficar pronta para depoisEstacionada. Commerce só se essa porta abrir de verdade, com pagamento na hora
NE16Chatbot, CSM e satisfaçãoCrítico no DVSem validação completa na demo; faseamento a confirmarMapear requisito, integração CSM e avaliação de respostas; não prometer ausência de alucinação
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O caminho feliz cabe em oito passos. Os vinte e dois estados são a máquina de exceção.

O Documento de Visão descreve o dossiê em vinte e dois estados, vários deles de encerramento. Para desenhar, e para conversar com o cliente, o rito que dá certo cabe em oito passos. Autorizador e PNCP só entram quando o produto e o tipo de ente exigirem. Mostrar os vinte e dois de cara trabalha contra a tese de nativo e simples.

O caminho que dá certo, em oito passos

Pense no secretário de um regime próprio abrindo o navegador. Primeiro ele vê os produtos sem precisar de senha. Depois entra com a conta Gov.BR e o sistema preenche a empresa nas bases da Dataprev. Ele escolhe o modelo de preço e anexa os papéis. Se o produto usar dado que não é da Dataprev, o detentor dos dados autoriza quando exigido; no COMPREV, preservar a habilitação SPREV. O sistema monta a minuta. O cliente assina, dois signatários Dataprev assinam. Quando o contrato estiver sujeito ao art. 94 da Lei 14.133, a publicação no PNCP é condição de eficácia; validar o rito aplicável com a Jurídica. O PDF assinado vai para o Totvs, que passa a faturar, e o acesso ao produto é liberado. Qualquer desistência, rejeição ou prazo estourado encerra o dossiê. Isso não é um passo a mais no caminho que dá certo: é a máquina de exceção, para quando o rito não fecha.

01
Vitrine sem login
catálogohoje o ServiceNow trava
02
Gov.BR e a empresa
identidadepessoa jurídica
03
Modelo e simulação
três jeitos de preço
04
Papéis e documentos
se a leitura falhar três vezes, uma pessoa assume
05
Autorizador, se o dado tiver dono
não é todo produto
06
Minuta e assinaturas
cliente + dois Dataprev
07
Publicação no PNCP, se ente público
eficácia quando aplicável
08
Passagem ao Totvs e acesso
fim da celebração

Desistência, rejeição, prazo de assinatura estourado, PNCP que não veio e cancelamento administrativo são encerramentos. Úteis na máquina. Ruins como slide de processo. Autorizador e PNCP não acontecem em todo produto nem em todo tipo de ente.

Os vinte e dois estados, para quem for implementar o fluxo

O Documento de Visão não descreveu oito passos. Descreveu vinte e dois estados do dossiê. Vários deles encerram o processo: o cliente desistiu, o autorizador rejeitou, o prazo de assinatura estourou, a publicação no PNCP não veio, a Dataprev cancelou por dentro. Isso é útil para quem for desenhar a máquina. É ruim como slide de processo. A tabela abaixo traduz esses estados sem a numeração interna do documento como se fosse o caminho feliz.

#EstadoTipo
1ProspecçãoComeço do dossiê
2Desistência do clienteEncerra o dossiê
3 a 7Autorizador: espera, aceite, ajuste, cancelado, rejeitadoSó quando o produto tem um órgão dono do dado
8 a 11Assinatura: prazo estourado, espera cliente, espera Dataprev, assinado pelo clienteO rito de quem assina
12 a 17PNCP: espera, cancelado, rejeitado, anexado, em validação, validadoSó ente público
18 a 21Acesso: espera, erro, liberado, em produçãoDepois da passagem ao Totvs
22Cancelamento administrativoEncerra o dossiê por dentro da Dataprev
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O que nasce nativo, o que se integra, o que pede parceiro, o que fica de fora

Este inventário descreve hipóteses por capacidade. A transcrição de 01/10 e a planilha preliminar de 06/10 registram extensões e integrações além da assinatura com certificado. Aprovação, identidade e assinatura não são equivalentes; Serviços precisa validar cada requisito antes de estimar esforço ou percentual de aderência.

Inventário das peças

MóduloPapelSituaçãoNEs
Revenue Cloud catálogo, preço, configurador, minutaPrateleira: os três jeitos de preço e a minuta. O modelo de documento entra pelo Office 365, que já é o jeito delesNativo caminho de entradaNE1, NE3, NE6
Revenue Cloud, ciclo de vidaAditivo e distrato nativosAvaliar aderência aos atos da Loja e à sincronização ERPNE12, NE13
B2B CommerceVitrine da devolutiva: catálogo, navegação sem login, carrinho. Sem meio de pagamentoNa prova de 01/10 integrado ao Revenue no ambiente de 30/09NE1, NE3
Experience CloudCadastros, autorizador, papéis. Fora da demonstração de 1º de outubroFora desta demo usuários cadastrados conhecidos; visitantes e atividade mensal a detalharNE4, NE5, NE7
Aprovação + fluxo de telaAprovações, prazos e competência. Assinatura requer solução própria e integraçãoNativoNE7, NE8
IdentidadeLogin Gov.BR. O contrato assina no CPF do servidor do órgãoIntegração depende de habilitação Gov.BRNE2
MuleSoftPessoa jurídica, Totvs, PNCP, produtosIntegração o documento pede resposta em até 5 segundosNE5, NE8, NE9, NE11
Sales CloudLicença CRM base: validar composição, sem troca obrigatória do CRM atualComposição a confirmar Revenue é add-onNE9
Agentforce + ServiceChat e caso. Pode aparecer na demonstraçãoFaseamento a confirmar com DEMENE16
Data 360 Document AIAlternativa para avaliação; reconhecimento de documento e identidade não se resolvem apenas com OCRRessalva Comparar com IA atual; APIs e desempenho a homologar. Revisão humana é requisito do DVLeitura de documento e comprovante PNCP
Parceiro de assinaturaToken A3, o certificado em cartão da ICP-BrasilParceiro, se a jurídica exigirAssinatura com certificado
Recorte e faseamentoMeio de pagamento fora do recorte. FN10.02 removida na planilha. NE14, NE15 e NE16: faseamento a confirmar. OmniStudio/Experience fora do recorte inicial da demoFaseamento a confirmarNE14, NE15, NE16

O que ainda não fecha nesta hipótese

ItemSituaçãoTratamento
ICP-Brasil / token A3Certificado é uma dependência adicional; assinatura já exige solução e integraçãoDefinir solução e integração de assinatura, com ou sem certificado. Confirmar modalidade com a Jurídica.
Leitura de documento a 80 por centoIA existente confirmada; reuso ou substituição ainda sem escolhaReconhecer documento e conferir identidade; conferir também o extrato PNCP. Avaliar APIs e solução; revisão humana prevista no DV.
Login Gov.BRIntegração. O contrato assina no CPF do servidor do órgão, mesmo sendo contrato entre instituiçõesIdentidade nativa da plataforma, depende de habilitação. Representação do órgão (procuração) segue o mesmo padrão que o PAT já enfrenta.
Pessoa jurídica, ERP, PNCP e produtosIntegraçãoMuleSoft. Os modelos de negócio chegaram em 28/09. O inventário das APIs de acesso de cada item ainda não existe neste mapa. No Totvs: avisar o ato, sem duplicar a base. O cliente não entra no Totvs.
O buraco que não é da Salesforce: o contrato de integração com o Totvs. Sem dono, sem o conteúdo que viaja na ponte, sem os três avisos que o Documento de Visão pede (produto no carrinho, contrato assinado, prospecção encerrada), a passagem do termo não tem dono. A ferramenta de gestão depois da vigência também ainda não tem nome.
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As pontes, os tempos, o que pode quebrar de novo

MuleSoft é o tecido entre a loja e o mundo Dataprev. O Totvs recebe o contrato assinado e o aviso de pipeline. O requisito de “dez usuários internos simultâneos” descreve o analista da DEME, não a loja. O critério para aceitar ou recusar cada tela customizada é a fala deles: customização que quebra a cada semestre.

Os sistemas do lado de fora da plataforma

Gov.BR

É o login. Nível Prata ou Ouro para assinar. Pode ser também o canal de assinatura, se não houver certificado de parceiro.

Base de pessoa jurídica

A API da Dataprev preenche a empresa. Os tipos importam: público, estatal dependente ou não, privado. Cada tipo muda cláusula e, às vezes, exige autorizador.

Totvs, CRM e ERP

O CRM recebe três avisos: produto no carrinho, contrato assinado, prospecção encerrada. O ERP recebe o termo assinado para faturar. Não recebe nota fiscal, não recebe relatório de serviços. Não se abre a conversa pedindo que eles troquem o CRM para a loja existir.

PNCP

Lei 14.133. A publicação é condição de eficácia quando o art. 94 se aplica; a Loja registra e valida o comprovante. O sistema registra que o cliente confirmou.

Catálogo histórico e atual

Sete se contratam sozinhos. Desenvolvimento e consultoria da UNA só existem junto de um módulo UNA. A loja precisa provisionar acesso. O inventário das APIs ainda não veio. Em 01/10 foram mostradas configurações de UNA; Hildegard informou 11 produtos no catálogo atual. Não presumir que todos estejam implementados.

Órgão dono do dado

Autoriza produtos cujo dado não é da Dataprev. O documento cita COMPREV/INSS como exemplo, mas a compilação do catálogo indica habilitação SPREV para COMPREV e autorização INSS para Batimento SIRC. Conciliar antes de configurar.

Tempos e volumes que o documento pede, e o que eles realmente medem

O documento também pede tempos e volumes. Cada linha abaixo diz o que está escrito e o que isso realmente mede. “Requisito não funcional” é o nome técnico. Em português: quanto tempo a tela pode demorar, quanta gente pode usar ao mesmo tempo, quantos contratos por mês o sistema precisa aguentar.

DimensãoO que o documento pedeO que isso significa
Página, clique, integraçãoAté 5 segundosIntegração em 5 segundos depende das APIs da Dataprev, não do Salesforce.
E-mailAté 30 segundosAssinatura, PNCP, autorizador.
ChatAté 30 segundosPedido do documento. Fora da primeira onda. Se um dia entrar, a resposta precisa chegar em fluxo contínuo, não em bloco.
Leitura de documentoAté 5 minutos, pelo menos 80 por centoA Dataprev já usa IA para validação. Avaliar reuso e homologação; Document AI é alternativa, sem seleção confirmada. Fallback humano previsto no documento.
InternosAté 10 simultâneosAnalista da DEME. Não é a carga da loja.
VolumePelo menos 50 contratações por mêsPiso de capacidade do documento. As projeções anuais de 06/10 não substituem a análise de picos e simultaneidade.
VisualIdentidade DataprevDesign system gov.br no portal. Esforço de tela, não produto.

O que pode repetir a história do ServiceNow

Qualquer item que empurre customização de plataforma para o dia 1 precisa de justificativa escrita. Eles disseram que isso quebra a cada semestre. Esse é o critério, não o gosto técnico do time.

NívelRiscoComo tratar
AltoCustomizar o fluxo contratual, o jeito Commerce, e repetir a quebra semestralOmniStudio fora. Vitrine B2B Commerce demonstrada; Experience é alternativa preliminar a avaliar. Fluxo de tela e aprovação no rito. Cada componente fora de template vira exceção nomeada.
AltoDuplicar contratos, tarifação ou faturamento entre Loja DEME e o projeto DaaS de APIsSão dois projetos em paralelo, com prioridades próprias. Protheus segue como fonte oficial no cenário atual. Billing opcional exige escolher quem tarifa e emite cada invoice; integrações comuns entram uma vez nos SOWs. Ver de/para simulado de PS e decisões de convergência. Não inferir um segundo CRM nem uma segunda cobrança.
AltoRescisão automática por falta de publicação no PNCP, em ente públicoJurídica Dataprev. Trilha de auditoria. Não é “só um fluxo”.
MédioPacote avançado de Revenue Cloud (cláusulas condicionais, aditivo nativo)Diligência de licença depois de confirmar prateleira com a DEME. Avaliar ciclo de vida para os atos da Loja, sincronizados com ERP, fonte oficial.
MédioLeitura de documento a 80 por cento e APIs em 5 segundosIA atual confirmada em 06/10. Reuso, substituição, precisão e APIs precisam de avaliação. Document AI segue alternativa, sem homologação.
MédioVisitante anônimo numa vitrine pública, com LGPDAgora é requisito, porque o ServiceNow trava a vitrine. Quem vê o quê, criptografia, dados no Brasil. Dataprev guarda o dado, não é dona, na fala de agosto.
Médio11 produtos · relato de 01/10, APIs de acesso ainda sem inventárioDemo mostrou configuração de UNA. Obter os dois novos produtos e homologar cobertura do catálogo de produção.
Baixo30 internos; pico de recontratação em 2027Validar capacidade e sazonalidade. Dez acessos internos simultâneos e 50 contratos/mês são requisitos do documento, não garantia de desempenho nem previsão mensal.

O que a visão Técnica entrega

A aderência de prateleira no Salesforce é crível: vitrine, catálogo, minuta, rito, Gov.BR, pontes. Em 9 de setembro a sala leu Experience para a vitrine e Revenue para catálogo e minuta, sem Commerce e sem OmniStudio. Depois de ver a loja atual, em 15 de setembro, a prova passou a ser B2B Commerce integrado ao Revenue, sem meio de pagamento, com COMPREV como recorte inicial; a transcrição de 01/10 também registra configuração de UNA. O ambiente integrado foi confirmado na manhã de 30 de setembro. O que ainda não é crível é um único desenho que resolve exclusivo, pessoa física com checkout, chatbot crítico, ciclo de vida depois da passagem ao Totvs e “oitenta e cinco por cento nativo” ao mesmo tempo. Dá para nascer nativo na primeira onda se o time recusar customização de fluxo contratual (a lição do ServiceNow) e se certificado, integrações e modelo comercial forem validados com a base de volumetria recebida em 06/10. Gabriel confirmou que Serviços segue avaliando nativo versus desenvolvimento, sem percentual de aderência homologado.

De onde estas páginas tiram o que afirmam

Nada aqui é rumor de corredor. Cada afirmação vem de uma destas fontes. Onde elas divergem, o texto marca a data da leitura. Não escolhe um lado em silêncio. A data de criação deste arquivo, 09/09/2026, é a do dia em que ele foi compartilhado no grupo interno. Não há carimbo anterior no próprio HTML.

As fontes

Em 31 de agosto de 2026, Hildegard Barbosa, pela DEME, descreveu a loja à Salesforce. Pediu um documento de visão com cerca de oito telas de regras, a volumetria que o Rogerio Meira cobrou, uma leitura de aderência nativa, e o envio da transcrição daquela conversa.

Em 9 de setembro de 2026 o time Salesforce sentou internamente. Estavam Juliane Lopes, Rogerio Meira, Luis Gabriel Fernandes, Nelson Stebulaitis Filho, Fernanda de O Pacheco Rodrigues e Guilherme Mattei. Nessa sala o caminho lido foi Revenue Cloud mais Experience Cloud, Commerce de fora, OmniStudio de fora, Totvs como CRM e ERP, pessoa física para depois.

Em 10 de setembro o Hildegard aceitou apresentar o marketplace atual. A sessão foi em 14 de setembro, às 15h. A gravação circula como “Funcionamento do Marketplace atual”. O que o grupo registrou depois: quase um ano de customização no ServiceNow, ambiente instável, cancelamento que começa no portal e segue para o Totvs porque o cliente não acessa o ERP.

Em 15 de setembro o alinhamento interno da prova de conceito adotou B2B Commerce integrado ao Revenue Cloud. Commerce para catálogo e carrinho. Revenue para a passagem do carrinho à cotação e ao contrato. Experience Cloud, agentes e Slack ficaram fora dessa demonstração. O fluxo da prova é produto, configuração, cotação, contrato, com navegação sem login. Fonte: notas da reunião interna de 15/09 e o grupo da loja.

Em 16 de setembro o Luis sugeriu o COMPREV como produto da demonstração, pela simplicidade das características e porque o Hildegard já tinha compartilhado o template de contrato. UNA ficava no discurso do roteiro inicial; a transcrição de 01/10 registra sua configuração na tela. O login da sala pode ser o da plataforma, com o discurso de que o alvo de produção é o Gov.BR. No mesmo dia o Rogerio registrou a fala do Chico, da DTP: o projeto tem alta prioridade porque a solução atual incomoda. O Guilherme Mattei registrou que o Revenue Cloud Advanced já está na lista da conta e que o DRO (Dynamic Revenue Orchestrator) é SKU novo e precisa entrar. O SKU de Events, que a lista tinha, não é mais o que o time usa neste caso.

Em 21 de setembro o Luis respondeu que a loja será uma org nova, sem reutilizar as orgs MGI ou UNA. O Tiago Lisboa entrou para a demonstração de Commerce. O Hildegard escolheu 1º de outubro. Em 22 de setembro a agenda ficou das 10h30 às 11h30, online, com o Chico no convite.

Em 28 de setembro o Luis enviou os modelos de negócio do portal atual e a transcrição do catálogo (nove itens, preços literais dos PDFs). Em 29 de setembro o Tiago ainda não tinha Commerce e Revenue integrados no ambiente. Em 30 de setembro de manhã ele confirmou o ambiente integrado, um produto configurável, o visual Dataprev no mesmo dia e a apresentação em preparo. O Mattei reenviou o contrato COMPREV ajustado. Até 29 de setembro o Rogerio ainda pedia a abertura da oportunidade “e-commerce loja DTP”. O número não apareceu no grupo até o fim de 30 de setembro.

O Documento de Visão DV_Marketplace v1.1, de 20 de maio de 2026, escrito pela DEME, é o papel que lista as dezesseis necessidades, o fluxo de vinte e dois estados e os tempos e volumes que o sistema precisa aguentar.

O mapeamento de módulos Salesforce é de Luis Gabriel Fernandes, Solution Engineer que implementou o ServiceNow atual. A estimativa interna de setembro, cerca de 90 por cento nativo na conta do Luis e 85 por cento por configuração no material do Rogerio, descreve a fábrica de prateleira antes da inversão da vitrine. A revisão de 06/10 substitui essa simplificação: assinatura, documentos, comprovação PNCP, ERP e provisionamento exigem avaliação técnica e integração. O Luis lembra, de memória, que no rito atual não precisava. Memória não substitui a jurídica.

Atualização: Questionamentos Marketplace · resposta de Hildegard, 06/10/2026. Hildegard confirmou em 06/10: 30 usuários internos e aproximadamente 11.000 cadastrados envolvidos nas contratações, entre solicitantes, signatários e responsáveis. Projeta mais cerca de 500 contratações ainda em 2026, repetição ou superação do pico de 2022 em 2027 por recontratação e média de 250 por ano nos anos seguintes. São estimativas, sem compromisso mínimo de contratos. O gráfico histórico está no email; seus valores anuais não foram transcritos nesta revisão. Às 13h de 06/10, Gabriel confirmou que Serviços continua o ponto a ponto de requisitos nativos versus desenvolvimento.

Revisão de 06/10: leitura direta do DV_Marketplace v1.1, da transcrição de 01/10 e da planilha preliminar de requisitos de 06/10. Em 01/10, a Dataprev viu a vitrine B2B Commerce e a operação Revenue Cloud, incluindo configuração de UNA e geração de minuta. Hildegard considerou aderente o que foi mostrado, sem homologar todos os requisitos. Chico pediu mapeamento dos obrigatórios, customizações, horas e licenças; em 06/10 a avaliação de Serviços segue em curso. Hildegard informou 11 produtos no catálogo atual, após dois acréscimos; os nove itens da compilação de 28/09 permanecem uma fotografia histórica, sem regras dos dois novos produtos. A planilha foi compartilhada por Gabriel como análise inicial com apoio de IA; não é homologação de produto ou aceite do cliente.

Integrações citadas por Gabriel em 02/10: Gov.BR, ERP, CNISPJ, CNISPF, CSM e PNCP; CRM desejável. CNISPF depende do recorte de pessoa física, CSM do atendimento e PNCP da natureza contratual. Inventariar fluxos, identidades técnicas, limites e APIs, sem transformar a prática interna de uma licença por integração em regra contratual universal.

Em 06/10, o grupo interno discutiu hipóteses de faturamento para billing blocks, terminando em R$ 1 bilhão como premissa de Mattei, com alternativa de R$ 800 milhões. São suposições internas, não faturamento confirmado da Loja. O cliente rejeitou faturamento como base comercial em 01/10 e reiterou preferência por valor fixo no email. Resolver essa divergência com Produto/Pricing e Deal Desk antes da proposta; a permanência do ERP no faturamento não elimina automaticamente eventuais limites de licença Revenue.

Normativos citados

A base de mais de 2.100 regimes próprios é a referência do Documento de Visão, não censo atualizado. O art. 94 da Lei 14.133 trata publicação no PNCP como condição de eficácia nos contratos a ele sujeitos. O DV distingue o prazo legal de publicação do prazo de 30 dias para anexar comprovante à Loja; homologar o rito com a Jurídica. Preços dos nove itens compilados em 28/09 são base histórica; a taxa COMPREV de R$ 1.200 foi transcrita da tela, não do PDF do modelo.

Referências técnicas conferidas em 06/10: Revenue Cloud é add-on; CRM base e componentes adicionais a confirmar. OmniStudio: retirada anunciada do Managed Package em 03/04/2028, com migração para Standard Runtime; não afirmar depreciação de toda a suíte.

O que este mapa não é

Não é o material do PAT Marketplace (Ministério do Trabalho e Emprego, Decreto 12.712/2025). Não é o programa de agentes da previdência na conta Dataprev. Não é proposta comercial. A base de usuários e projeções chegou em 06/10; ainda não há preço ou pacote de licença aprovado. Os preços dos produtos da Dataprev, esses, estão na tabela da prateleira.

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Onde a DEME ainda não confirmou por escrito (certificado de assinatura, picos e atividade mensal, modelo comercial, contrato exclusivo e detalhamento da org de produção), o texto marca pergunta. B2B Commerce mais Revenue, sem meio de pagamento, com o COMPREV na vitrine, é a prova de 1º de outubro. Não é ainda a oferta fechada ao Hildegard.
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