Demanda · escopo · implementação
Portal
Chat gov.br
Como levar o atendimento que já existe a uma nova página para o cidadão.
Uma primeira conversa sobre a experiência, a arquitetura e o tempo necessário para colocar a solução no ar.
Levantamento inicial para discussão
O ponto de partida
O atendimento já existe.
O portal acrescenta uma forma de acesso.
A pessoa entra em uma página do Chat gov.br, escreve sua dúvida e recebe orientação na própria conversa.
Por trás dessa página, o orquestrador do Serviço na Ponta identifica o assunto e encaminha a pergunta aos agentes que já atendem os temas do programa.
O mesmo orquestrador já funciona no WhatsApp e em alguns portais do governo, conforme o contexto da demanda.
A página, a experiência de conversa e a conexão.
A lógica de atendimento e o conteúdo já existente, conforme a liberação de cada tema.
A implementação concentra a experiência do portal, a conexão com o atendimento existente e a preparação para operar.
Primeira versão utilizável
Uma conversa pública,
com um escopo bem combinado.
O que estamos considerando
- Página aberta, sem login. Uso em computador e celular, no padrão visual gov.br.
- Temas na lateral e pergunta livre. Toda mensagem passa pelo orquestrador, inclusive quando um tema está selecionado.
- Conversa com limites claros. Orientações sobre temas habilitados, aviso de assunto sem cobertura e recuperação de falhas.
- Base para operar. Acessibilidade e 1 semana de Go Live friends & family, com preparação de produção, validação da proteção e registros de uso.
Possíveis evoluções, fora desta versão
Login gov.br, histórico recuperável pelo cidadão e personalização por CPF.
Realização de transações, novos agentes e ampliação do conteúdo atendido.
Áudio, destaques dinâmicos, feedback estruturado e painéis de uso mais completos.
Perguntas sugeridas não fazem parte desta V1.A experiência proposta
Uma página com cara de gov.br.
O campo de pergunta é a entrada principal. Os temas ajudam a entender o que o chat atende, sem exigir que a pessoa conheça os agentes.


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A resposta chega no mesmo chat.
Resposta no mesmo chat
A dúvida passa pelo orquestrador e segue para o especialista habilitado. A pessoa recebe a orientação sem escolher qual agente deve atendê-la.
A seleção de um tema oferece contexto. O encaminhamento ao especialista continua sendo responsabilidade do orquestrador.
Exemplo simulado. A faixa de encaminhamento na imagem é um apoio à revisão dos bastidores. O feedback mostrado no estudo permanece fora da V1.

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O limite de cobertura precisa ficar claro.
Quando o assunto não está coberto
Se o assunto não está coberto, a tela informa esse limite e permite continuar pelos temas disponíveis. A V1 não deve improvisar uma resposta nem fazer busca livre na web.
A cobertura depende dos temas e tipos de dúvida habilitados. Um agente ligado a um ministério pode atender apenas parte dos serviços daquele órgão.
Exemplo simulado. A faixa de encaminhamento na imagem é um apoio à revisão dos bastidores. O feedback mostrado no estudo permanece fora da V1.

Estados da conversa · 3 de 3
Se houver uma falha, a tela orienta a nova tentativa.
Indisponibilidade e nova tentativa
A pergunta permanece visível e a pessoa pode tentar novamente. A implementação precisa distinguir indisponibilidade, falha de conexão e limite de capacidade.
A tela explica a falha e oferece uma nova tentativa quando possível, evitando pedidos repetidos durante a indisponibilidade.
Exemplo simulado. A faixa de encaminhamento na imagem é um apoio à revisão dos bastidores. O feedback mostrado no estudo permanece fora da V1.

Uma direção para as próximas etapas
Que papel vocês imaginam
para o Chat gov.br depois da primeira versão?
A proposta inicial reaproveita o Serviço na Ponta. Entender as evoluções previstas ajuda a escolher os fundamentos da arquitetura e a reduzir retrabalho nas próximas entregas.
Pensando nos próximos 12 a 24 meses, o que vocês gostariam que o cidadão conseguisse resolver por esse canal?
Papel do portal
Será mais um canal de atendimento ou há intenção de torná-lo uma entrada central para serviços do governo?
Evoluções previstas
Há planos para novos temas e órgãos, acesso identificado ou acompanhamento e realização de solicitações?
Prioridades e horizonte
Quais evoluções já estão no planejamento, com responsáveis e prazo, e quais ainda são possibilidades?
Essa direção ajuda a planejar a arquitetura, o licenciamento e as próximas etapas. As evoluções terão planejamento próprio e não ampliam automaticamente o escopo da primeira entrega.
O caminho de implementação
Experience Cloud na frente.
O orquestrador atual por trás.
Proposta inicial: criar o portal no ambiente Salesforce do Serviço na Ponta e conectá-lo como um novo canal de atendimento.
Novo: portal, interface gov.br, configuração do canal e proteção do acesso público.
Reutilizado: orquestrador, agentes e conteúdo, após validação da cobertura neste canal.
Compartilhar o orquestrador também significa compartilhar capacidade. A abertura do portal precisa considerar o atendimento que já está em operação.
O que precisa ser acrescentado
Experience Cloud faz parte
da proposta inicial.
Customer Community
Experience Cloud
É a contratação adicional considerada na demanda. O time de licenciamento precisa confirmar o modelo, as funcionalidades e os direitos de uso adequados à V1 pública.
A primeira versão é pública e sem login. Por isso, não devemos transformar o número de visitantes em quantidade de licenças individuais.
Acesso público e acesso com login são diferentes
Customer Community atende usuários externos com login. A V1 será acessada como visitante; o acesso público, por si só, não define a necessidade dessa licença. A confirmação depende das funcionalidades e do contrato.
O consumo da conversa é outra conta
Mensageria e uso de Agentforce precisam de dimensionamento próprio. A licença do portal, sozinha, não comprova capacidade nem cobre automaticamente todo o consumo.
Referência de produto: Salesforce · licenças Experience Cloud. Aplicação comercial ao contrato: a confirmar.
A pergunta sobre prazo
Em quanto tempo teríamos
uma solução no ar?
Go Live friends & family
A partir do início com equipe mobilizada, acesso ao ambiente, licença disponível para configuração e escopo combinado.
Depois, mais 2 semanas de acompanhamento para observar o uso e tratar os ajustes iniciais.
Com CPQD: 6 semanas. Sem essa rodada: 5 semanas. O cenário de 4 semanas depende de testes em paralelo à conexão e aos ajustes finais, com aceite antes do Go Live.
Esta faixa é uma referência para discussão, sem média histórica ou compromisso de entrega. Contratação, esperas externas e mudanças de escopo podem ampliar o calendário.
Cronograma preliminar · semanas relativas
Com CPQD: Go Live friends & family na semana 6.
A referência reserva 2 semanas para o CPQD e, depois, 1 semana de Go Live para a passagem de homologação para produção, com público convidado.
CPQD nas S4 e S5. Go Live friends & family na S6; acompanhamento nas S7 e S8.
Antes da S1: contratação e mobilização, licença disponível para configurar, acesso ao ambiente e critérios de aceite combinados.
Durante o trabalho: decisões e homologação de MGI e Dataprev acompanham as entregas. Esperas externas deslocam o cronograma.
Cronograma preliminar · semanas relativas
Sem CPQD: Go Live friends & family na semana 5.
Esta versão mantém a construção da referência, considera até 1 semana de testes da nossa equipe e, depois, 1 semana de Go Live friends & family.
Nossos testes na S4. Go Live friends & family na S5; acompanhamento nas S6 e S7. Comparação preliminar com a versão que inclui CPQD.
Antes da S1: contratação e mobilização, licença disponível para configurar, acesso ao ambiente e critérios de aceite combinados.
Aceite de publicação: os testes da equipe e a validação de MGI e Dataprev permanecem no plano. As dependências externas continuam sujeitas a confirmação.
Cronograma preliminar · semanas relativas
Mais favorável: Go Live friends & family na semana 4.
Este cenário pressupõe canal aprovado e poucas revisões. Na S3, os testes acompanham a conexão e os ajustes finais; o Go Live na S4 depende da conclusão e do aceite dessa validação.
Nossos testes: até 1 semana, em paralelo à conexão e aos ajustes finais na S3. Go Live friends & family na S4; acompanhamento nas S5 e S6.
Antes da S1: contratação e mobilização, licença disponível para configurar, acesso ao ambiente e critérios de aceite combinados.
Durante o trabalho: decisões e homologação de MGI e Dataprev acompanham as entregas. Esperas externas deslocam o cronograma.
Publicação e continuidade
Uma semana para o
Go Live friends & family.
Da homologação para produção
- Publicar em produção a versão homologada e validar domínio e jornada.
- Conferir a proteção do acesso público e as permissões, com o público inicial definido.
- Ativar e validar os registros de uso, consumo e falhas para o acompanhamento.
- Direcionar a divulgação ao grupo convidado e confirmar suporte e possibilidade de retorno em caso de falha.
Friends & family · 1 semana
Divulgação inicial a um grupo convidado. O portal permanece sem login; avaliamos a experiência em produção e os sinais de operação.
Duas semanas de acompanhamento
Após a semana de Go Live, acompanhar o uso e tratar os ajustes iniciais, mantendo a divulgação limitada ao grupo convidado.
Decisão de ampliar
Rever capacidade, consumo e resultados antes da divulgação ampla. Essa ampliação terá decisão e prazo próprios.
Próximo alinhamento
Com esse recorte combinado,
podemos fechar o plano de entrega.
01Validar a primeira versão e sua evoluçãoConfirmar telas, temas e as prioridades depois da V1.
02Confirmar as condições de inícioLicenciamento, conexão do canal, capacidade e disponibilidade da equipe.
03Colocar o plano no calendárioDefinir responsáveis, datas de homologação e grupo da divulgação inicial.

Cenários preliminares4 a 6 semanas até concluir o Go Live friends & family, mais 2 de acompanhamento.
A referência com CPQD é de 6 semanas; o cenário de 4 depende de testes em paralelo. O levantamento pode ser ajustado conforme as validações conjuntas.MGI · Dataprev
Obrigada!
